Atenta à previsão, Michelin leva pneus de chuva ao Catar e MotoGP quer que pilotos avaliem chance de correr

Direção de prova considera a possibilidade de correr com chuva apesar da iluminação artificial da pista do Catar. Assim, a Michelin optou pela precaução e vai levar pneus de chuva para a prova deste fim de semana

 

Fornecedora única da MotoGP, a Michelin vai levar pneus de chuva para o GP do Catar, primeira etapa da temporada 2017, para o caso de os pilotos decidirem correr com o piso molhado mesmo com a iluminação artificial do traçado.

 
Comissários de segurança do Mundial, Franco Uncini e Loris Capirossi estiveram no traçado antes da bateria de testes coletivos e avaliaram a possibilidade de a corrida ser realizada com piso molhado, já que sempre existiu a preocupação com o reflexo das luzes no asfalto.
Clima no Catar nos testes de Moto2 e Moto3 (Foto: Gold & Goose/KTM)

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A dupla, então, transmitiu sua avaliação aos pilotos e ficou acertado que, em caso de chuva ao longo dos treinos, todos devem estar preparados para testar as condições. Com o ‘ok’ dos competidores, a MotoGP, então, vai considerar a possibilidade de realizar a corrida com chuva.
 
Em 2009, o GP do Catar teve de ser adiado para segunda-feira por conta de uma forte chuva que atingiu o traçado de Losail.
 

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Região de clima desértico, Doha, onde fica o traçado, tem chuvas escassas, com uma pluviosidade média anual de 76 mm. Como comparação, em janeiro deste ano, entre as manhãs dos dias 15 e 16, a estação do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) no Mirante de Santana, na zona norte de São Paulo, registrou 115 milímetros de chuva. Ou seja, chove no Catar por ano menos da metade do que choveu na capital paulista em um intervalo de dois dias.
 
E a previsão para o primeiro GP do ano, porém, não é das mais animadoras. Depois de atrapalhar os testes de Moto2 e Moto3, a chuva promete dar as caras neste fim de semana, com os meteorologistas indicando tempestades e trovoadas ao longo dos quatro dias de atividades.
 
“Esta corrida vai ser a primeira vez que vamos levar os pneus de chuva para o Catar”, disse Piero Taramasso, dirigente da Michelin. “A expectativa é que, se chover, os pilotos possam testar as condições usando os pneus que temos disponíveis e vejam se é seguro correr”, explicou.
 
“Nunca teve uma corrida com chuva em Losail, então, se chover e os pilotos concordarem em correr, poderia ser um espetáculo incrível sob as luzes”, comentou. 
 
Além dos compostos de chuva, a Michelin vai levar ao Catar novos pneus slicks, incluindo um novo perfil do pneu dianteiro, que foi provado em Valência na última corrida de 2016 e passou por algumas pequenas atualizações.
 
O composto traseiro também passou por modificações que tinham como objetivo fornecer mais tração e mais dirigibilidade. Pelo novo regulamento, a Michelin vai levar três versões dos pneus dianteiros e traseiros para cada corrida.
 
“Catar é um evento único, com seus próprios desafios, e nós tivemos um início excelente em nosso regresso à MotoGP no ano passado, então esperamos que possamos repetir essa performance desta vez”, comentou Taramasso. “A pista pode ser muito abrasiva quando areia é soprada para o asfalto ou muito escorregadia quando a umidade aumenta, e isso torna a escolha muito importante e exigente”, indicou.
 
“Esta é a primeira vez que teremos a escolha oficial de três pneus dianteiros e traseiros slicks, então teremos o composto certo para qualquer condição em que esteja o circuito”, concluiu.
 
Única corrida noturna do calendário da MotoGP, o GP do Catar conta com uma programação revisada. Os treinos começam na quinta-feira, com a classe rainha entrando na pista para o primeiro treino livre às 13h55 (de Brasília). Na sexta, a MotoGP faz mais dois treinos livres — 12h e 14h55. A classificação acontece às 14h35 de sábado, com a corrida marcada para as 15h do dia 26.
 
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