Chefe da Marc VDS fala em avaliar opções, confirma conversa com Suzuki e busca “parceiro para os próximos três anos”

Chefe da Marc VDS, Michael Bartholemy admitiu que a parceria com a Honda pode chegar ao fim neste ano. Dirigente confirmou conversas com a Suzuki, mas deixou o futuro da equipe de Franco Morbidelli e Tom Lüthi em aberto

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A Marc VDS se viu no centro de uma onda de especulações tão logo a Tech3 confirmou o encerramento de seu vínculo com a Yamaha e a consequente parceria com a KTM. Cotado para assumir o posto da esquadra francesa como satélite da casa de Iwata, o time belga admitiu a possibilidade de divórcio da Honda.
 
Equipada pela marca nipônica desde que estreou na MotoGP em 2015, a Marc VDS tem um contrato em vigor com a fábrica da asa dourada que é válido somente para este ano.
Michael Bartholemy quer definir em breve o futuro do time de Marc van der Straten (Foto: Marc VDS)

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Chefe da Marc VDS, Michael Bartholemy admitiu a possibilidade de encerrar a parceria com a Honda e disse que não quer esperar muito antes de definir o futuro do time de Franco Morbidelli e Tom Lüthi.
 
“Hervé [Poncharal, chefe da Tech3] fez uma manobra muito rápida. Ele nos derrotou”, brincou Bartholemy em entrevista ao site oficial da MotoGP. “Normalmente, sou sempre rápido para decidir, o que é bom. Isso torna o campeonato de equipes independentes muito interessante também”, opinou.
 
“As coisas mudaram com a Honda desde novembro passado e acho que precisamos avaliar todas as opções”, ponderou. “Acho que temos de olhar para todas as possibilidades que tivermos. Não quero decidir muito tarde. Quero ter todos os elementos na mesa para março e aí fechar em abril ou maio. Essa é a meta que tenho no momento”, seguiu.
 
Apesar das especulações sobre uma parceria com a Yamaha, Bartholemy admitiu que a equipe belga negocia com a Suzuki.
 
“A Suzuki é uma das fábricas com quem estamos falando”, contou. “Acho que no ano passado, quando a Honda nos ofereceu a moto de 2017, no momento eles queriam assinar um contrato de um ano. Talvez tenhamos ficado um pouco desapontados por ser um contrato só de um ano, já que queríamos ter mais apoio da companhia. Agora, as coisas estão mudando para nós e para eles [Honda] também”, afirmou.
 
“Acho que somos um dos melhores times independentes que estão livres entre 2019 e 2021, então vamos ver. A meta é ter um parceiro para os próximos três anos e não só assinar por um ano. Vamos ver quem pode nos convencer mais pelo nosso futuro”, concluiu.
 
ENQUANTO A MERCEDES RESPIRA CALMARIA

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