Chefe da MotoGP fala em conversas sérias com Tailândia, vê GP da Catalunha ameaçado e promete até 19 etapas em 2018

Chefe da MotoGP, Carmelo Ezpeleta afirmou que a Tailândia está próxima de assegurar sua entrada no calendário do Mundial de Motovelocidade. Dirigente colocou o GP da Catalunha em dúvida e afirmou que o calendário de 2018 terá, no máximo, 19 etapas

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Diretor-executivo da Dorna, promotora do Mundial de Motovelocidade, Carmelo Ezpeleta afirmou que a Tailândia está perto de garantir sua vaga no calendário da temporada 2018. De acordo com o dirigente, o único empecilho é a questão da água.
 
Apenas 20% a água é tratada na Tailândia. Além disso, o sistema de distribuição também não é dos melhores, o que diminui ainda mais a segurança para o consumo. Assim, a recomendação é pelo uso de água mineral, até mesmo para o banho.
Carmelo Ezpeleta admitiu ameaça ao GP da Catalunha (Foto: GEPA pictures/ Mario Kneisl)

“Ainda não está decidido, mas estamos conversando seriamente com a Tailândia”, disse Ezpeleta em entrevista ao jornal espanhol ‘AS’. “Estamos conversando e não há nada definido. A questão econômica já está definida. Agora temos de resolver a questão da água mineral”, explicou, sem dar maiores detalhes.

 

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Questionado, então, se o calendário terá 19 etapas, Ezpeleta deixou claro que não sabe se a Catalunha estará na programação. Os pilotos se queixaram bastante neste ano das condições do asfalto e ainda não foi definido se o circuito de Montmeló será completamente recapeado.
 
“Se a Catalunha continuar, serão 19. Se a Catalunha não continuar, serão 18”, anunciou. “Se não tiver Catalunha e tampouco a Tailândia, então será um calendário de 17 etapas”, afirmou.
Falando à Catalunya Radio, Ezpeleta foi ainda mais enfático sobre a situação de Barcelona e deixou claro que o circuito só vai integrar o calendário do Mundial se atender aos pedidos da Comissão de Segurança.
 
“O Circuito da Catalunha precisa de obras sim ou sim”, afirmou. “No momento, ele não está homologado para fazer parte do Mundial. Eles precisam apresentar uma proposta em relação a isso. A Comissão de Segurança dita que eles precisam resolver os problemas que foram apresentados”, continuou.
 
À mesma emissora, Aleix Espargaró lamentou que o circuito tenha se tornado um assunto frequente da Comissão de Segurança e reagiu às queixas dos responsáveis pela pista, que criticaram a postura dos pilotos após a confusão envolvendo a recém-construída chicane.
 
“Infelizmente, falamos da Catalunha a cada encontro da Comissão de Segurança”, lamentou. “Esta claro que tropeçamos duas vezes na mesma pedra e não haverá uma terceira. A segurança é o mais importante e, enquanto tiverem chicanes que não são seguras, não voltaremos”, garantiu. 
 
“O Circuito da Catalunha é um dos melhores do mundo, mas se nós o criticamos, é de forma construtiva para melhorar”, finalizou.
 
Perguntado pelo 'AS' sobre a situação do Catar, Ezpeleta avaliou que o Mundial não teria problemas em ir ao pequeno país do Golfo Pérsico. Os vizinhos de Arábia Saudita, Emirados Árabes, Bahrein e Egito cortaram relações diplomáticas com o país, alegando que os catari “apoiam o terrorismo”.
 
“Sim, sem nenhum problema”, respondeu Carmelo. “Não estive lá ultimamente, mas, pelo que me dizem, não há um problema”, justificou.
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