Chefe da Yamaha vê Lorenzo em busca do status de primeiro piloto e afirma: “Não podemos oferecer isso”

Diretor da Yamaha, Lin Jarvis avaliou que Jorge Lorenzo está em busca do status de piloto número um, algo que a casa de Iwata não pode oferecer, já que também conta com Valentino Rossi. Tricampeão negou que este tenha sido um fator decisivo em sua escolha

Lin Jarvis não escondeu a tristeza pela partida de Jorge Lorenzo para a Ducati após uma relação de nove temporadas, mas também se mostrou ciente de que o time nipônico não podia atender todos os desejos do espanhol.
 
Na visão do diretor da Yamaha, Jorge está em busca do status de piloto número um, algo que a equipe não podia oferecer, uma vez que Valentino Rossi também é um piloto de ponta.
 
Lorenzo e Rossi nunca tiveram uma relação muito boa, mas as coisas pareciam melhores nessa segunda passagem do italiano pelo time. Entretanto, o bom relacionamento não resistiu à disputa do título e o clima dentro da equipe mudou consideravelmente em 2015.
Lin Jarvis foi um dos mais requisitados nesta quinta-feira (Foto: Divulgação/MotoGP)
Recentemente, Lorenzo voltou a se queixar do compartilhamento de dados na Yamaha, alegando que Rossi copiava seu trabalho. 
 
Durante uma coletiva de imprensa em Jerez de la Frontera nesta quinta-feira (21), Jarvis foi indagado se poderia ter feito algo mais para manter Lorenzo e respondeu: “Nós apresentamos nosso melhor pacote para o Jorge”. 
 
“Tivemos uma negociação com o agente dele e dissemos: ‘Esse é o melhor pacote que podemos apresentar’”, relatou. “Não sei o status de número um é importante, mas nós não podíamos oferecer isso, porque nós temos dois pilotos top”, defendeu.
 
“Isso vai continuar no próximo ano. Então mudar o pacote para o piloto não era uma opção. Acredito que nós sempre tivemos uma relação justa em todos os aspectos — esportiva, mas também do lado humano”, avaliou. “Jorge e eu nem sempre concordamos em tudo, mas sempre fomos muito honestos e discutimos francamente as coisas. Então, não, tenho certeza que a Yamaha ofereceu o melhor pacote”, garantiu.
 
Presente na mesma coletiva, o tricampeão da MotoGP negou que o tratamento igual ao dado a Rossi tenha motivado sua decisão de deixar a Yamaha, embora tenha reconhecido que vai ser bom poder ter uma voz mais ativa no desenvolvimento do protótipo.
 
“Nunca me preocupei em seu número um ou número dois, como sempre disse. Para mim, era o suficiente ter exatamente as mesmas peças e ferramentas do que o meu parceiro, porque eu acredito no meu potencial e isso é o bastante para mim”, justificou. “Mas, claro, pode ser uma filosofia diferente, porque a Yamaha sempre evolui a moto não só com os pilotos oficiais, mas com os quatro pilotos da Yamaha, e, provavelmente, no futuro eu terei mais poder para criar mais a moto que eu quero pilotar. Eles vão me ouvir mais, com mais foco em mim”, concluiu.
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