Com estrutura completa do Mundial, Marc VDS apresenta motos de 2017 e sonha em recuperar títulos de Moto3 e Moto2

Presente nas três classes do Mundial de Motovelocidade graças a uma parceria com a Estrella Galicia 0,0, a Marc VDS aproveitou a quinta-feira (2) para apresentar suas motos para a temporada 2017. Equipe belga falou em recuperar os títulos de Moto3 e Moto2

 

Pouco depois de a Pramac exibir suas motos para a temporada 2017 da MotoGP, chegou a vez da Marc VDS apresentar suas novidades. Nesta quinta-feira (2), em Madri, na Espanha, o time de Marc van der Straten, que segue sua parceria com a Estrella Galicia 0,0 e a Monlau, reuniu seus times de Moto3, Moto2 e da classe rainha e mostrou suas novas cores.

 
Assim como nos últimos anos, azul claro e prata se misturam no layout das motos, unindo os símbolos tradicionais de Estrella Galicia 0,0 e da própria Marc VDS.
Marc VDS está presente nas três classes por meio de uma parceria com a Monlau e a Estrella Galicia 0,0 (Foto: Reprodução)

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Neste ano, Jack Miller segue ao lado de Tito Rabat na classe rainha, com Franco Morbidelli e Álex Márquez mantendo a parceria na Moto2. Na Moto3, Enea Bastianini chega para formar par com Arón Canet.
 
Diretor-executivo da Monlau, a escola técnica por trás dos times de Moto3 e Moto2, Emilio Alzamora deixou claros os objetivos para a temporada 2017 na classe menor.
 
“Nosso desejo é revalidar o título da Moto3. É muito difícil, mas estamos preparados”, disse Alzamora. Talento, esforço, trabalho e sacrifício são a filosofia da equipe”, completou.
 
Rotulado como candidato ao título da Moto2, Morbidelli preferiu a cautela e lembrou que todos começam do zero mais uma vez.
 
“O ano passado foi muito bom, fizemos uma segunda metade de campeonato muito boa. Mas este ano é completamente diferente”, considerou. “Começamos do zero, com uma moto nova e você não pode fazer o ano com a base de 2016. Temos de começar o ano como terminamos 2016”, ponderou.
 
Márquez, por sua vez, agradeceu a confiança do time e reconheceu que não teve o melhor dos inícios em sua caminhada na Moto2, mas traçou uma meta ousada: “O objetivo é chegar ao final da temporada com opções de título”.
Parceria entre Marc VDS, Monlau e Estrella Galicia 0,0 resulta no apoio a 14 pilotos (Foto: Reprodução)
Quem também sentiu a dificuldade com uma nova categoria foi Rabat, mas o espanhol garante que vai mais forte para a temporada 2017, agora mais recuperado de uma lesão na pré-temporada.
 
“Depois de um primeiro ano complicado, juntos nós demos a volta por cima e já estou ansioso para começar”, comentou.
Responsável por encerrar o jejum de vitórias de equipes independentes na MotoGP, Miller fez um balanço conflitante da temporada 2016, já que o triunfo na Holanda não foi o único marco do ano.
 
“A vitória do ano passado foi ótima, claro, mas nós também tivemos muitas lesões e problemas”, disse Miller. “Agora na pré-temporada eu realmente foquei na minha preparação física para estar em 100% no início da temporada. Acho que consegui isso”, comentou.
 
“Os primeiros dois testes correram bem e eu só espero manter um feeling cada vez melhor na moto. Estou feliz com a evolução da Honda, que é realmente positiva”, elogiou. “O primeiro ano com a Marc VDS foi impressionante. Quando eu cheguei no ano passado, realmente não sabia o que esperar, mas, no geral, tudo foi ótimo. Agora espero que possamos ter o mesmo sucesso neste ano. Minha meta e continuar melhorando e estou feliz por fazer parte do time”, concluiu.

Além das motos do Mundial, o evento também contemplou a apresentação dos times de base da Monlau, uma das principais escolas de formação de pilotos da Espanha, por onde passou, por exemplo, Marc Márquez. O chamado Júnior Team Estrella Galicia 0,0 vai ter Alonso López, Jeremy Alcoba e Sergio Garcia no CEV de Moto3, Joshua Bauer, Daniel Hidalgo e Julián Giral na Pré-Moto3 do Campeonato da Espanha de Velocidade da RFME (Real Federação de Motociclismo da Espanha), e José Antonio Rueda e o brasileiro Diego Moreira na 85GP.
 
“Seguimos dando oportunidades aos mais jovens. È uma parte fundamental do projeto”, sublinhou Alzamora. 
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