Comissão de GP se antecipa e proíbe uso de braço oscilante de carbono na Moto3

Em um encontro em Misano, a Comissão de GP decidiu agir de forma preventiva e barrar o uso de braços oscilantes de carbono na Moto3. Peça é usada na MotoGP e pela Speed Up na Moto2

A Comissão de GP se antecipou e proibiu o uso de braço oscilante de carbono na Moto3. Únicas fábricas presentes no grid da classe menor, Honda e KTM não fazem uso da peça, que já está presente na maioria das equipes da MotoGP e também é utilizada pela Speed Up na Moto2.
 
Além do veto, a Comissão de GP, que se reuniu no último dia 13 em Misano, respondeu a um pedido dos times e decidiu limitar o número de testes. A partir de 2020, serão dois testes oficiais, cada um de três dias, que serão realizados entre 1 de fevereiro e a primeira corrida do ano. Além disso, as equipes podem fazer uma atividade privada de dois dias e seis dias estão liberados para os pilotos em circuitos na Europa ou no país de origem do time. 
Moto3 não poderá contar com braços oscilantes de carbono (Foto: Ángel Nieto)
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Qualquer teste depois da última etapa da temporada e antes de 30 de novembro contará dentro do máximo de seis dias de testes privados por piloto. Antes, os testes não eram restritos neste período.
 
Além das mudanças na classe menor, a Comissão de GP decidiu por uma mudança no regulamento técnico da MotoGP para 2020, com a introdução do X2 Racelink Pro, um dispositivo que será obrigatório em todas as motos para fornecer, entre outras coisas, um melhor posicionamento de GPS para a direção de prova, além de comunicação em tempo real com mensagens da direção de prova. 
 
O X2 Racelink Pro será alimentado pelo sistema elétrico da moto e vai exigir a introdução de uma antena de GPS adicional em todas as máquinas.
 

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