Ex-chefe de equipe de Stoner confirma volta à Ducati para trabalhar com Lorenzo e fala em brigar por título no 1º ano

Cristian Gabbarini decidiu trocar a Honda pela Ducati para trabalhar com Jorge Lorenzo a partir de 2017. Italiano foi chefe de equipe Casey Stoner na MotoGP

A Ducati ainda não fez um anúncio oficial, mas a volta de Cristian Gabbarini ao time é fato. Ex-engenheiro de pista de Casey Stoner, o italiano retorna à equipe de Bolonha para trabalhar com Jorge Lorenzo.
 
Falando ao diário espanhol ‘Marca’, Gabbarini afirmou que foi difícil tomar a decisão de deixar a Honda — para onde foi junto com Stoner —, especialmente por gostar de trabalhar com Jack Miller na Marc VDS, mas ressaltou que Casey não teve influencia em sua decisão.
Gabbarini vai deixar a Honda para voltar à Ducati e trabalhar com Lorenzo (Foto: Repsol)

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“Foi muito difícil. Eu gosto de dar continuidade a um trabalho. Este é o meu sexto ano na HRC. Estou muito bem com Jack, com a equipe e tudo está funcionando bem. Jack está melhorando e a equipe toda está fazendo um bom trabalho”, disse Cristian. “Mas, em um certo ponto, é preciso colocar tudo sobre a mesa, se afastar e avaliar para decidir. Para mim, é uma honra que Jorge tenha pedido para trabalhar comigo e que a Ducati tenha pedido que eu me ocupe dele. Por isso, eu decidi. De forma serena e pensando muito”, seguiu.
 
Questionado sobre a influência de Stoner nesta mudança, Gabbarini respondeu: “Para mim, zero”. 
 

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“É certo que eu gosto de voltar a uma equipe onde Casey está trabalhando, porque tenho uma relação excelente com ele. Sei do que ele é capaz, a contribuição que pode fazer ao trabalho, que é altíssima”, listou. “Mas Casey não me fez absolutamente pressão nenhuma. Sei que ele está contente, pois pensa que sou a pessoa adequada, mas foi muito profissional, apesar da amizade que existe. Ele me disse: ‘Ficaria contente se você viesse’. Obviamente, isso também é muito importante, porque vem de Casey Stoner, alguém que tem grande capacidade de avaliar. Mas é uma decisão tomada com total autonomia”, assegurou.
 
Ainda, o engenheiro contou que não tem contato com Lorenzo, embora já tenha ocorrido uma aproximação entre os dois em decorrência de um convite para trabalhar na Yamaha.
 
“Não acho que seja o momento de falar sobre o futuro, sobretudo por Jorge. Sei que Jorge deu o meu nome e está muito contente que eu vá para lá. E isso me basta”, comentou. “Agora ele deve se concentrar neste Mundial e isso é o adequado, que haja uma certa distancia até que tenhamos que conversar. Já falei com Jorge no passado. Houve contatos para ir para a Yamaha. Eu sei o que ele pensa”, contou.
 
Além disso, Cristian se disse muito honrado por ter recebido o convite para voltar à Ducati de Gigi Dall’Igna, o chefe da fábrica de Bolonha. 
 
Indagado sobre a impressão que tem de Lorenzo, Gabbarini classificou o #99 como “monstruoso”.
 
“Não se pode dizer outra coisa. Alguém que ganhou esses Mundiais é fortíssimo. Para um técnico, repito, é uma honra trabalhar com ele”, sublinhou. “Tive muita sorte na minha carreira. Trabalhei seis anos com Stoner como engenheiro de pista, um com [Marc] Márquez como engenheiro da HRC, onde pude ver como Marc pilota, etc, etc. Jorge é outro dos fora de série da nossa geração”, opinou.
 
Lembrado, então, sobre uma declaração onde colocou Stoner com o maior talento que já viu, o italiano insistiu nessa impressão e disse que ele não é o único a ver o australiano desta forma.
 
“Sim. Ele é. Em velocidade pura, em se adaptar às condições que mudam, em sentir imediatamente o que acontece com a moto”, apontou. “Isso tem a ver com o fato de eu ter trabalhado com ele, mas não sou o único a dizer isso. Você pode perguntar a mesma coisa na HRC e eles trabalharam com muitos pilotos. Em nível de talento puro, ele é o mais forte de todos”, garantiu.
 
Também, Gabbarini não destacou que Lorenzo consiga ganhar o Mundial pela Ducati em sua primeira tentativa, mas avaliou que a ordem de forças também pode mudar em 2017.
 
“Se eu vejo a situação atual, pois não sabemos como será o equilíbrio técnico do próximo ano — talvez a Aprilia faça uma moto incrível e tudo mude —, mas, olhando para este momento, tem boas opções de ganhar o Mundial, precisamente porque o piloto é Jorge Lorenzo”, considerou. “É preciso levar em conta que ele vai descer de uma Yamaha e subir em uma Ducati, que é uma moto diferente. Nem melhor, nem pior. Por isso, é provável que ele precise de um período de adaptação, que os primeiros testes sejam duros, pois será preciso entender qual caminho adequado. Mas, dito isto, estamos falando de Jorge Lorenzo. Não vejo um único motivo pelo qual não possamos pensar que ele pode lutar pelo título no primeiro ano”, continuou.
 
“Ele está muito adaptado à Yamaha, mas porque está há muitos anos ali. Mas ele se adaptou bem à Aprilia de 250cc de dois tempos, que era a moto mais difícil de pilotar em termos absolutos. Stoner diz que foi a moto mais difícil que ele guiou em toda vida. E Jorge ganhou dois Mundiais com ela. Ele se adaptou a ela, à Yamaha, aos Michelin, depois aos Bridgestone, e agora aos Michelin de novo”, lembrou. “Está claro. Tenho certeza que as motos serão diferentes por suas características, mas quem estará montado é Lorenzo”, concluiu.
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