Miller prega cautela, mas elogia novo motor Yamaha: “Deram aquilo que pedimos”

Jack Miller se disse feliz com o progresso conseguido pela Yamaha com a YZR-M1 e avaliou que o novo motor de quatro cilindros em linha atendeu às necessidades dos pilotos

Jack Miller avaliou que a Yamaha deu aos pilotos “aquilo que pedimos” com o novo motor de quatro cilindros em linha. Mesmo satisfeito com o avanço exibido pela Yamaha no teste de Jerez, o australiano da Pramac pregou cautela, já que as condições da pista eram excelentes.

Miller fechou o dia de testes em Jerez de la Frontera com o 13º tempo, com a melhor de 52 voltas em 1min36s977, 1s101 mais lento que Marc Márquez, o líder dos trabalhos. A melhor Yamaha foi a de Fabio Quartararo, que ficou em terceiro, a 0s477 da ponta.

“Foi um dia decente para nós”, resumiu Miller. “Obviamente, esses testes são muito importantes e uma boa chance para nós para, antes de mais nada, fazer um shakedown na moto, entender algumas coisas que talvez não tenhamos a chance em um fim de semana de corrida”, seguiu.

“Tínhamos alguns itens de teste, algumas coisas realmente interessantes que vieram da fábrica. Estou muito feliz com o progresso da moto e ansioso para correr com ela em Le Mans”, frisou.

Jack Miller saiu satisfeito com a evolução da Yamaha (Foto: Pramac)

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No teste em Jerez, a Yamaha testou um novo motor de quatro cilindros em linha, que tinha como meta entregar mais potência sem perder a tradicional suavidade da M1. A peça foi bem avaliada por todos os pilotos e, assim, deve ser colocada em uso a partir do GP da França da próxima semana.

“Sim, testamos. Fiquei muito feliz com ele. Basicamente, eles nos deram aquilo que pedimos”, comentou Jack. “Obviamente, como piloto, você está sempre querendo mais, mas o que eles trouxeram atendeu às nossas necessidades. Pareceu muito sólido, especialmente em Jerez”, acrescentou.

Ainda assim, Miller pontuou que a alta aderência de uma pista recém-saída de um fim de semana de GP impede uma comparação real entre os motores da Yamaha.

“Esses testes de segunda-feira são sempre um pouco estranhos, pois com tanta borracha na pista, é uma condição irreal. Você não busca tanto o acerto, já que está só tentando filtrar peças ou a ideia”, apontou. “Você tenta bloquear todo o barulho, basicamente. Tenta não olhar muito para o computador. Seria difícil não estar em [1min]38s hoje, pois [a pista] está boa assim”, avaliou.

“Então, encare com uma leve cautela, mantenha a cabeça baixa e apenas siga trabalhando. Foi o que fizemos hoje e estamos realmente felizes com o progresso”, encerrou.

MotoGP volta a acelerar entre 9 e 11 de maio, com o GP da França, em Le Mans, para a 6ª etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.

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