Lidando com sequelas de polêmica, FIM altera sistema de punições da MotoGP e proíbe “declarações irresponsáveis”

Após uma reunião da Comissão de GP, a FIM (Federação Internacional de Motociclismo) anunciou uma mudança no sistema de pontos de punição. Além disso, na esteira da polêmica entre Marc Márquez e Valentino Rossi, entidade proibiu “declarações irresponsáveis” de equipes e pilotos

Às vésperas do início da temporada 2016, a MotoGP ainda não superou a polêmica do ano passado. Nesta quinta-feira (3), a FIM (Federação Internacional de Motociclismo) anunciou uma série de mudanças no regulamento do Mundial, inclusive no sistema de punição por pontos, introduzido em 2013.
 
Após uma reunião da Comissão de GP, formada por Carmelo Ezpeleta, diretor-executivo da Dorna, a promotora do Mundial, Ignacio Verneda, diretor-executivo da FIM, Hervé Poncharal, representante da IRTA (Associação Internacional das Equipes de Corrida), e Takanao Tsubouchi, emissário da MSMA (Associação das Fábricas de Motocicletas Esportivas), com participação de Javier Alonso, também da empresa que promove o certame, e Mike Trimby, secretário da associação dos times, a FIM promoveu mudanças nos códigos esportivos e disciplinares.
Polêmica de 2015 alterou significativamente o regulamento da MotoGP (Foto: Honda)
A principal alteração diz respeito ao sistema de punição por pontos. A partir de agora, a única pena prevista é a desclassificação, mas, para isso, um piloto terá de acumular dez pontos na carteira. Anteriormente, aquele que somava quatro tinha de largar do fundo do grid, com o piloto que juntasse sete pontos tendo de iniciar a prova seguinte do pit-lane.
 
Como já acontecia no ano passado, os pontos de punição seguem valendo por 365 dias, mas, uma vez punido com desclassificação, os pontos são removidos da carteira.
 
Além disso, a entidade máxima do esporte anunciou que o Painel de Comissários que será responsável pelas sanções disciplinares vai atender por Painel de Comissários da FIM na MotoGP. Caso um piloto seja punido pelo grupo, o recurso deve ser apresentado à Corte de Apelações da FIM.
 
Também reflexo da polêmica do ano passado, quando Rossi acusou Márquez de atuar em favor de Jorge Lorenzo, a FIM colocou um adendo ao Acordo de Participação das Equipes no que diz respeito a pronunciamentos públicos.
 
“O efeito do regulamento é que os times e pilotos não devem fazer declarações ou divulgarem comunicados à imprensa que são considerados irresponsáveis e, portanto, prejudiciais ao campeonato”, anunciou a FIM. “Claro, o novo regulamento não pretende proibir expressões responsáveis de legitimo desacordo com a gestão da MotoGP, seus organizadores e/ou regulamento disciplinares”, continuou.
 
Por fim, a FIM anunciou que a punição referente à ultrapassagem sob bandeira amarela foi fixada na devolução de posições. “No futuro, é possível que diferentes punições sejam aplicadas, mas ainda incluindo a possibilidade de um piloto ter de devolver um certo número de posições”, concluiu.

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