Lorenzo se diz valorizado na Ducati e alfineta Yamaha: “Eu me sentia como qualquer outro funcionário”

Jorge Lorenzo afirmou que se sente valorizado e admirado na Ducati, enquanto se sentia como “qualquer outro funcionário” em seus tempos de Yamaha. Espanhol exaltou postura de Gigi Dall’Igna no dia-a-dia da marca de Bolonha

 

Jorge Lorenzo afirmou que se sente mais valorizado na Ducati do que se sentia em seus anos de Yamaha. O espanhol estreia pela fábrica de Bolonha neste fim de semana, depois de nove temporadas defendendo a escuderia dos três diapasões.

 
Falando à revista britânica ‘Autosport’, Lorenzo apontou as diferenças entre as duas marcas e mostrou que se sente mais acolhido em Borgo Panigale.
 
Questionado sobre o grande número de engenheiros presentes nos boxes da Ducati para ajudá-lo, Lorenzo alfinetou a Yamaha e disse que se sente mais valorizado na escuderia de Bolonha.
Jorge Lorenzo afirmou que se sente valorizado na Ducati (Foto: Ducati)

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“Isso é uma coisa que eu gostaria de ter mudado na Yamaha”, disse Lorenzo. “Eu costumava ver a garage do [Marc] Márquez cheia de engenheiros. Eu pedi isso, mas nunca veio”, seguiu.
 
“Na Ducati, eles me tratam com um tipo de admiração. Na Yamaha, eu me sentia como qualquer outro funcionário”, declarou. “Eu podia ser um pedaço importante, mas na Ducati eles me respeitam e admiram muito. Eles sabem que me contrataram para poderem desenvolver uma máquina melhor e para dar um passo à frente em performance”, seguiu.
 
Ainda, Lorenzo colocou nas mãos de Gigi Dall’Igna, chefe da Ducati Corsi, boa parte da responsabilidade pela evolução recente da Desmosedici. A dupla tinha trabalhado junta nas 125cc e nas 250cc, com Derbi e Aprilia.
 
“Apesar de ser um italiano de sangue quente, Gigi é frio, perfeccionista e tem um método”, apontou. “Ele é um misto de alemão, japonês e italiano. Ele tem um método forte e acho que a Ducati mudou muito desde a chegada dele”, apontou.
 
“A principal diferença em relação a Yamaha é que Gigi está em um nível diferente do que os demais engenheiros, mas você não consegue simplesmente ver isso, porque ele está completamente integrado ao grupo”, indicou. “Quando o piloto chega, ele e os outros estão de joelhos para ouvi-lo. Na Yamaha, o engenheiro de nível mais alto não tem tanto contato com o trabalho na garagem. Dall’Igna é uma pessoa muito mais próxima e isso torna possível uma solução rápida para os problemas”, concluiu.
 
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