Márquez esquece jeito “moleque” e pilota de forma estratégica para garantir tricampeonato da MotoGP em 2016

Marc Márquez foi praticamente irrepreensível na temporada 2016. Não desperdiçou a primeira chance que teve para garantir o título e entrar para a história ao se tornar o mais jovem tricampeão mundial da MotoGP

 

2016 foi um ano e tanto para Marc Márquez. O espanhol de apenas 23 anos encerrou a temporada da MotoGP com mais um título no currículo e fazendo história. Ao garantir o tricampeonato no GP do Japão, Márquez tornou-se o piloto mais jovem a ganhar três títulos na MotoGP, bem como o mais precoce a conquistar nada menos do que cinco títulos mundiais. 

 
Mais do que registrar seu nome no livro de ouro do Mundial de Motovelocidade, o representante da Honda mostrou ao mundo uma nova faceta: pilotagem com destreza, consciência, como um verdadeiro piloto experiente, apesar da pouca idade. Em síntese, um experiente novo. 
Marc Márquez fez história em 2016 (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

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Os números ajudam a entender o novo Márquez. O #93 somou 298 pontos no campeonato, contra 249 do vice-campeão e piloto mais experiente do grid, Valentino Rossi, da Yamaha. Foram cinco vitórias – maior vencedor do ano -, uma a mais que Jorge Lorenzo, que computou quatro triunfos. Em quatro oportunidades conquistou o segundo lugar e em outras três vezes ocupou o degrau mais baixo do pódio. 
 
Além disso, foram quatro voltas mais rápidas, sete pole-position (contra quatro de Lorenzo) e 91 voltas no primeiro lugar (Lorenzo foi o melhor nesse quesito com 105). Não completou apenas uma prova, na Austrália. Em todas as outras 17 corridas terminou na zona de pontos. A queda em Phillip Island, aliás, aconteceu na nona volta do GP, quando liderava com tranquilidade e com o título já definido. O jovem maduro, porém, assumiu o erro
 
Basta comparar com 2015, ano em que se mostrou muito veloz, mas pouco constante, para notar a evolução demonstrada por Márquez. No ano passado, o espanhol perdeu muitos pontos que fizeram falta na contagem final. Era mais ou menos assim: ou ganhava bem ou caía. Até porque Márquez veio de um 2014 avassalador, quando venceu 13 provas no calendário. Em 2015, ficou em terceiro no campeonato com 242 pontos, contra 330 de Lorenzo, o campeão. Foram cinco vitórias, quatro segundos lugares, nenhum terceiro e sete voltas mais rápidas, o melhor da temporada nesse item. Márquez obteve oito poles, três a mais que Lorenzo. Contudo, abandonou em seis oportunidades, contra apenas um do campeão Lorenzo. 
Márquez abandonou apenas uma prova no ano (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
“Foi muito difícil perder em 2015, talvez porque eu tenha entendido o que é perder um campeonato. Pude andar de um jeito, mas o pessoal no time diz que 'às vezes consistência é o mais importante'. Eu não entendia. Para entender isso eu perdi o campeonato do ano passado. Mas OK, a lição mais importante da vida foi aprendida”, falou Marc.
 

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Às vezes é necessário perder para ganhar lá na na frente. Foi exatamente o que aconteceu. A coroação do agora preciso Márquez veio em Motegi, na primeira chance que teve. Chegou ao Japão com 52 pontos de vantagem para Rossi e precisava de uma combinação pouquíssimo provável para ser campeão no mesmo Japão, onde conquistou seu primeiro título da MotoGP, em 2013. Nem o próprio Márquez acreditava antes da prova na definição do troféu. E por ironia do destino, contou com os erros dos dois representantes da Yamaha para tirar o peso das costas.
 
Ano perfeito? Para o #93 não foi bem bem assim. Ele mesmo considerou sua temporada nota 9. “Nós fizemos um ótimo trabalho, uma temporada incrível, mas nós cometemos alguns erros, especialmente nessas últimas duas corridas”, justificou. “Ok, o campeonato estava definido, mas nós temos de ser focados e eu cometi os mesmos erros de 2015, então é algo que preciso aprender. Por isso, tiro um ponto”, completou.
 
É a exigência de quem amadureceu.
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