Michelin lembra problemas de 2016 na Argentina, fala em aprendizado e se diz “pronta para qualquer eventualidade”

Chefe do programa de esportes a motor em duas rodas da Michelin, Piero Taramasso lembrou os problemas que marcaram a passagem pela Argentina em 2016 e garantiu que a fábrica francesa está pronta para qualquer eventualidade

 
Se teve um ponto realmente baixo no primeiro ano da Michelin como fornecedora única dos pneus da MotoGP, foi no GP da Argentina de 2016. De volta a Termas de Río Hondo, a fábrica francesa quer deixar para trás a imagem ruim do ano passado.
 
Na temporada anterior, a passagem pela Argentina ficou marcada por um problema com o pneu de Scott Redding, que chegou até mesmo a ser atingido por uma lâmina de borracha. Na época, a Michelin reagiu rápido e colocou pneus mais resistentes na pista, mas uma chuva pela manhã impediu o teste com a nova borracha.
 
Assim, ficou determinada a troca de motos em meados da disputa, entre as voltas nove e 11 de uma corrida de 20 giros. 
 
Na esteira da falha com Redding, a Michelin adotou uma construção mais rígida a partir da etapa de Austin, o que acabou por afetar a performance ao longo de todo o restante da temporada.
Termas de Río Hondo é pouco utilizado ao longo do ano (Foto: Michelin)

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Um ano depois, Piero Taramasso, chefe do programa de esportes a motor em duas rodas da Michelin, garante que a fábrica francesa está muito focada no GP da Argentina e aprendeu bastante com a experiência de 2016. 
 
“Esta é uma corrida em que todos na Michelin estão bastante focados”, disse Taramasso. “Nós aprendemos muitas coisas com o evento do ano passado e isso alterou o curso dos nossos planos para 2016”, lembrou.
 
“A meta agora é melhorar nas pistas em que tivemos dificuldades na temporada passada e Termas foi uma delas, então miramos dar grandes passos lá”, comentou.
 
O dirigente lembrou que o circuito argentino não é muito utilizado ao longo do ano, o que dificulta as condições de pista. Mesmo assim, Taramasso assegurou que a Michelin está pronta para tudo.
 
“A pista não é usada com muita frequência e nós esperamos que ela esteja um pouco suja quando chegarmos, então a primeira sessão será mais um exercício de limpeza, mas, depois disso, esperamos melhoras ao longo do fim de semana — se as condições permitirem”, falou. “O asfalto é muito abrasivo, com algumas curvas longas e rápidas, além de pontos de freadas muito fortes, e esperamos que tudo isso resulte em uma das velocidades médias mais rápidas do ano. Essas características resultam em uma grande exigência dos pneus dianteiros e traseiros, e o clima também pode ser bastante imprevisível nessa área neste momento do ano”, alertou.
 
“Esta é uma corrida com muitas variáveis, mas com o conhecimento que acumulamos e a evolução que fizemos nos últimos 12 meses, estamos prontos para qualquer eventualidade, e a determinação de todo time para ir bem é tão forte quanto sempre foi”, concluiu.
 
Para este fim de semana, a Michelin levou para a Argentina os pneus dianteiros e traseiros macios, médios e duros, com os pneus de chuva macios e médios.
 
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