Schwantz volta a criticar atuação “inaceitável” de Iannone e aconselha Suzuki a “ficar de olho em outro piloto”

Campeão das 500cc em 1993, Kevin Schwantz voltou a criticar o que considerou uma atuação “inaceitável” de Andrea Iannone na temporada 2017 da MotoGP. Ex-piloto aconselhou Suzuki a começar a buscar outro piloto

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Kevin Schwantz não gostou nada da atuação de Andrea Iannone na temporada 2017 da MotoGP. Estreando pela Suzuki, o italiano teve um ano apagado e fechou o Mundial com apenas o 13º posto na classificação, 228 pontos atrás do campeão Marc Márquez.
 
Depois de questionar a performance do #29 ainda em meados da temporada, Schwantz voltou a disparar contra no italiano. Na visão do campeão de 1993, a Suzuki deveria começar a procurar outro piloto.
Kevin Schwantz não gostou mesmo da atuação de Iannone em 2017 (Foto: GEPA pictures/Gold & Goose)

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“Não creio que toda culpa seja de Davide Brivio [chefe do time], mas acho que a equipe não foi capaz de tirar 100% de Iannone”, disse o ex-piloto da Suzuki. “[Álex] Rins esteve lesionado e precisou de algum tempo quando voltou. Nas últimas duas ou três corridas, já meteu pressão em Iannone e, por isso, os dois foram se empurrando para a frente”, seguiu. 
 
“Eu falei o que pensava em Sachsenring: não acho que Iannone deu seu 100% ao longo de todo o ano e isso é inaceitável”, disparou.
 
Na visão do norte-americano, o piloto que lidera um projeto tem de dar o máximo em tempo integral, uma vez que cabe a ele ditar o rumo de desenvolvimento da fábrica.
 
“Como líder de um projeto, você tem de dar 100% o tempo todo, porque é você que tem de marcar a direção que a fábrica deve seguir. Se você não dá o máximo, não é capaz de dar as indicações adequadas para melhorar a moto”, declarou. “Em 95%, todas as motos do grid são agradáveis de conduzir. O importante é saber extrair esses últimos 5%. Essa é a diferença entre uma boa moto e uma moto que não pode terminar entre as dez primeiras”, ponderou.
 
Ainda, o ex-piloto cobrou mais empenho de Iannone e aconselhou a Suzuki a começar a procurar um substituto para o italiano.
 
“Com a experiência de Iannone, ele deve ser o piloto que marca a linha a ser seguida pela fábrica, especialmente em sua primeira temporada. Ano que vem, pode ser que Rins já tenha algo mais de experiência na MotoGP, mas em 2017 tudo recaia nos ombros de Iannone e ele não assumiu o papel que lhe cabia”, disparou. “Para este ano, a Suzuki conta com Iannone e Rins, mas creio, sem dúvida nenhuma, que é preciso ficar de olho em outro piloto”, orientou.
 
Kevin voltou a lembrar a polêmica atuação de Iannone no GP da Catalunha, quando o italiano melhorou consideravelmente o ritmo apenas após ser superado por Sylvain Guintoli, que substituía o lesionado Rins.
 
“Em Montmeló, Guintoli, que estava substituindo Rins, lhe superou na corrida e, imediatamente, ele foi capaz de encontrar mais meio segundo. Este tipo de rendimento é absolutamente inaceitável. O esforço tem de ser de 110% o tempo todo”, frisou.
 
Schwantz foi ainda mais longe e contou que comentam na Ducati que Iannone não sabe dar indicações. No fim de 2016, Andrea foi preterido pela casa de Bolonha em favor de Andrea Dovizioso, que disputou o titulo do ano passado até a etapa final.
 
“Quando você fala com as pessoas da Ducati, dizem que Iannone não tinha direção. ‘Me dá o que Dovi tem’, ele dizia”, afirmou Kevin. “A única coisa em que ele precisa focar é em sua ética de trabalho. Ele tem de focar em trabalhar mais. Isso não é pôquer, nunca será fácil e é preciso estar 100% comprometido. Treinar ao máximo para estar pronto para a temporada. Treinos e classificatória, tudo tem de estar 100%. Iannone não me mostrou isso este ano”, concluiu.
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