Após quatro abandonos, Spinelli diz que terminar Dakar é “fundamental” e se diz “esperançoso” em bom resultado

Após abandonar o Rali Dakar nas últimas quatro edições da prova, Guilherme Spinelli chega à prova de 2016 confiante de ter em mãos um carro mais forte. Piloto da Mitsubishi se disse esperançoso por uma boa performance

Guilherme Spinelli tem contas a acertar com o Rali Dakar. À frente de um esforço individual da Mitsubishi — feito apenas pelo braço brasileiro da montadora dos três diamantes —, o companheiro de Yousseff Haddad chega a edição 2016 da mais difícil prova off-road do planeta vindo de uma sequência de quatro abandonos consecutivos.
 
Com tal histórico negativo, a Mitsubishi procurou trabalhar para chegar mais forte à Buenos Aires, palco da largada para o prólogo no dia 2 de janeiro, e, em sua última fase de preparação, esteve em Portugal para disputar o Baja Portalegre.
 
Embora a prova tenha terminado antes do previsto por conta de um problema inesperado, Spinelli parte para o Dakar mais confiante, já que acredita ter um ASX mais forte em mãos.
Guilherme Spinelli vai disputar seu oitavo Dakar em 2016 (Foto: Felipe Tesser)
 Em entrevista ao GRANDE PRÊMIO, Guiga lembrou a participação na prova portuguesa e avaliou que a disputa serviu para desenvolver o carro, focando, especialmente, nos problemas que tinham limitado a performance do time no Rali dos Sertões.
 
“A gente veio trabalhando o carro depois do Sertões, desenvolvendo o que limitou a nossa performance no Sertões, principalmente a suspensão, e isso evoluiu muito”, disse Spinelli. “A gente, infelizmente, não teve um bom resultado, teve uma quebra inesperada de um semieixo que não era para quebrar, tinha uma vida útil de seis mil km e quebrou precocemente, mas faz parte, acontece”, seguiu.
 
“Então o ponto principal é que o carro está muito melhor do que esteve no último rali em que a gente correu com ele, que foi o Sertões, então estou bem esperançoso por uma boa performance no Dakar”, resumiu.
 
Nadando praticamente sozinho em um mar dominado por grandes montadoras, Spinelli sabe que vencer o Dakar é quase um sonho impossível. Durante uma participação no Paddock GP, o programa de debates do GP, o titular da Mitsubishi explicou que a meta inicial é terminar a prova, mas sempre buscando o melhor resultado possível. 
 
“Eu tenho um histórico de não completar o Dakar grande, que eu não tenho, por exemplo, no Sertões. No Sertões eu competi 13 vezes, ganhei cinco e fiquei quatro em segundo”, recordou. “No Dakar, eu cheguei a andar em sexto, sétimo, e aí completei o melhor resultado em nono”, continuou. 
 
“Ir para falar: ‘Vou chegar em primeiro’, só se der uma conjuntura geral… a equipe Mini tem 12 carros, a Toyota oito, então já são 20 de altíssimo nível de investimento. Mais cinco da Peugeot, 25, então, assim, o nosso carro é altíssimo nível, mas com menos investimento na equipe inteira do que essas”, justificou. “Mas eu fiquei em nono. Esse ano eu estava em sétimo, fiz uma besteira numas dunas lá, de inexperiência, perdi dois lugares na véspera de terminar o rali e fui para nono. Eu quero ficar em oitavo, sétimo, sexto, quinto, o que der. Mas, lógico, terminar é fundamental”, ponderou
 
Além de ampliar a estrutura para 2016, a Mitsubishi, que agora conta com três duplas no Dakar, também deixou o time mais brasileiro, com todo o corpo técnico oriundo do país.
 
“Uma mudança muito bacana que a gente fez na equipe, como brasileiros que nos orgulha, é que é o primeiro ano em que a gente está indo com uma equipe técnica 100% de brasileiros”, contou Guiga. “A parte técnica sempre foi conduzida pelos franceses até o ano passado e a gente achou que estava na hora, que a gente estava pronto para assumir isso”, explicou.
 

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