Giovani Danjo: “Briatore é sombra do que um dia foi na F1 e vira dor de cabeça na Alpine”
Flavio Briatore é um dos nomes mais lendários — e polêmicos — da Fórmula 1. Porém, o brilho que um dia carregou já sumiu, e quem paga o preço por isso é a Alpine, que tem um conselheiro executivo perdido e preso ao passado
Flavio Briatore tem seus méritos quando se trata do trabalho feito ao longo da extensa carreira que construiu na Fórmula 1, em especial no começo dos anos 2000. Em 2002, o italiano, até então chefe da Renault, optou por apostar no jovem Fernando Alonso e não renovou com Jenson Button, o que revoltou a imprensa britânica. No final, Briatore cantou vitória com os dois títulos do espanhol.
No entanto, o atual conselheiro executivo da Alpine ainda vive de glórias do passado e não se desapega dessa vitória moral que aconteceu há mais de duas décadas. Atualmente, Briatore comanda uma equipe perdida na F1 às vésperas de uma das temporada mais importantes da história recente do esporte e não sabe o que fazer no cargo.
Além de saudosista, Briatore é uma dor de cabeça atualmente em Enstone. Confira a análise de Giovani Danjo.
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