Moto4 América Latina é confirmada como evento de apoio do GP do Brasil de MotoGP

Além de Moto3, Moto2 e MotoGP, o público que comparecer ao circuito de Goiânia para o GP do Brasil também poderá assistir a uma etapa da Moto4 América Latina. A categoria de base faz parte do Road to MotoGP

A programação para o GP do Brasil de MotoGP segue tomando forma. O GRANDE PRÊMIO apurou que a Moto4 América Latina será a categoria de apoio que vai acompanhar as disputas em Goiânia no fim de semana de 22 de março de 2026.

Antigamente conhecida por Talent Cup, a categoria latino-americana foi renomeada em novembro passado, como parte da reestruturação do programa Road to MotoGP. A classe é destinada a competidores entre 14 e 19 anos e vai para a segunda temporada no próximo ano.

Na Moto4 América Latina, os pilotos usam a Honda NSF250R, que é a mesma moto utilizada na Rookies Cup. Na temporada 2025, o campeonato teve custo de US$ 24 mil (cerca de R$ 133 mil), mas o promotor, o chileno Antonio D’Angelo, disse ao GP que a meta é reduzir o custo para US$ 16 mil em 2026 (aproximadamente R$ 88,6 mil).

No valor da inscrição, além da moto, estão inclusos macacão de competição e capacete, além de assistência técnica e pneus. O campeonato oferece treinamento físico, esportivo e midiático aos participantes.

Moto4 América Latina será categoria de apoio do GP do Brasil de MotoGP (Foto: Reprodução)

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Até aqui, a organização do campeonato já confirmou a participação de pilotos de dez países: Chile, Nicarágua, Venezuela, Porto Rico, Estados Unidos, México, Argentina, Brasil, Equador e Colômbia. Apenas quatro nomes foram confirmados por enquanto: o norte-americano Aidan Hancock, o porto-riquenho Ulises Weyrauch, o venezuelano Diego González e o argentino Lorenzo Tiberi.

O argentino Facundo Mora foi o campeão da temporada inaugural da Moto4 América Latina, à frente de Santiago Gossa e Benjamin Peralta, também da Argentina. O brasileiro Muriello Gomez fechou o ano em oitavo.

A MotoGP correu pela última vez no Brasil em 2004, no hoje extinto Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Desde então, a Dorna já havia assinado outros dois protocolos de intenção — um para Deodoro e outro para Brasília —, mas nenhum deles avançou.

Esta, porém, não será a primeira vez que Goiânia vai receber uma etapa do Mundial de Motovelocidade. O Autódromo Internacional Ayrton Senna recebeu etapas entre 1987 e 1989. Depois, a categoria chegou a passar por Interlagos, em 1992, antes de rumar para o Rio de Janeiro, por onde correu durante uma década.

MotoGP está de férias e só volta a acelerar nos dias 29, 30 e 31 de janeiro de 2026, com o shakedown direto de Sepang, na Malásia. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade.

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