Morbidelli evita cravar pacote Ducati, mas revela: “Não chamaria minha moto de GP25”

Franco Morbidelli avaliou que não tem nas mãos a moto que causou problemas a Francesco Bagnaia na temporada 2025 da MotoGP. Engenheiro-chefe do ítalo-brasileiro, Matteo Flamigni indicou que o #21 segue com a Ducati do ano passado

Franco Morbidelli indicou que não recebeu a herança problemática de Francesco Bagnaia na MotoGP. O ítalo-brasileiro contou que “não chamaria” a moto que recebeu da Ducati para 2026 de GP25 e ressaltou que o pacote reúne as preferências de todos os pilotos da marca.

Ano passado, apesar de Marc Márquez ter sido campeão com a GP25, Bagnaia e Fabio Di Giannantonio tiveram dificuldades com o protótipo. O bicampeão da MotoGP fez uma temporada muito abaixo dos últimos anos e encerrou o campeonato apenas na quinta colocação do Mundial de Pilotos.

Normalmente, a Ducati direciona para pilotos satélites as motos que foram utilizadas pela equipe de fábrica no ano anterior. Assim, a expectativa era de que Morbidelli e Fermín Aldeguer utilizassem a GP25 neste ano, enquanto Di Giannantonio e Álex Márquez se juntam aos titulares do time de Borgo Panigale com a GP26.

Ao site Italiano GPOne, porém, Matteo Flamigni, engenheiro-chefe do ítalo-brasileiro, confirmou que “Franco vai manter a moto do ano passado”.

Franco Morbidelli indicou que não tem nas mãos a GP25 (Foto: VR46)

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A VR46, contudo, não quis detalhar o pacote em contato com o site britânico Crash.net.

“Não faz sentido falar de números, será o melhor pacote não-fábrica”, assegurou.

Ao fim do teste de Sepang, Morbidelli, que fechou a bateria com o sétimo melhor tempo no combinado, disse que “não chamaria a minha moto de GP25”.

“Não sei quem te disse que estou usando uma GP25”, falou Franco.

Questionado se tinha nas mãos uma GP24, Morbidelli respondeu: “Como eu disse no outro dia, é uma mistura de todas as coisas que os pilotos da Ducati preferiram, então é esse tipo de pacote”.

“Não sei se é exatamente a GP25 que o Pecco reclamou no ano passado. Se tiver de dizer a minha sensação, a minha sensação é de que fui mais rápido do que no fim de semana de corrida do ano passado”, comentou. “Claro, precisamos nos ajustar no primeiro dia, nos ajustamos muito tem e foi isso”, seguiu.

“Não sei se é correto chamar de GP25, ou de GP26, ou de GP24.2 ou de GP24.9 ou do que quer que seja”, ponderou. “A Ducati é uma fábrica forte que pode fornecer aos pilotos o que quer que eles gostem e queiram, basicamente, uma vez que confirmem isso depois dos testes. Então não acho que a minha moto seja… a moto que o Pecco não gostou no ano passado. A minha moto é um pacote que os pilotos que podiam fazer escolhas dentro da Ducati escolheram”, explicou Morbidelli.

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