Corte de Apelações da MotoGP adia decisão final e deixa punição a Marc Márquez suspensa
A Corte de Apelações da MotoGP ainda não chegou a um veredicto sobre a sanção de Marc Márquez. Por ora, a punição de dupla volta longa ao piloto de Cervera está suspensa
Nesta quinta-feira (13), a Corte de Apelações da MotoGP deu uma primeira resposta sobre a queixa da Honda à punição dada a Marc Márquez no GP de Portugal. Até o momento, a penalidade ao espanhol está suspensa até o órgão chegar a uma decisão final sobre o tema.
“A execução imposta pelo Painel de Comissários da FIM MotoGP no dia 28 de março de 2023, relacionada à sanção imposta aos também apeladores Marc Márquez e Honda em 26 de março de 2023 está suspensa até que o caso esteja finalmente resolvido”, diz o comunicado.
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Ainda de acordo com a FIM (Federação Internacional de Motociclismo), “a decisão final sobre o recurso será proferida oportunamente”. Portanto, se o #93 retornar ao grid antes desse último veredicto, ele não terá de cumprir a punição.
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O texto da sanção imposta ao piloto por causar um acidente com Miguel Oliveira dizia claramente que o espanhol tinha de cumprir uma dupla volta longa no GP da Argentina, mas os comissários emitiram uma nova diretriz após a Honda confirmar a ausência do piloto em Termas de Río Hondo na esteira de uma cirurgia para tratar a fratura na mão direita sofrida no acidente determinando que a dupla volta longa seja cumprida no GP do retorno do piloto.
No entender da Honda, o procedimento não encontra amparo no regulamento do Mundial de Motovelocidade.
“Em relação à sanção imposta pela FIM a Marc Márquez pelo incidente de corrida ocorrido no GP de Portugal, a equipe Honda considera que a sanção teve uma mudança de critério sobre quando deve ser aplicada e que esta modificação foi ditada pela FIM dois dias após a punição inicial ser firme e definitiva. Isso não está em conformidade com o atual regulamento da FIM”, disse a Honda. “Por esta razão, a Honda pretende utilizar todos os recursos oferecidos pela regulamentação em vigor na defesa de seus direitos e interesses legítimos, que os considera violados como resultado do último acordo adotado e, em particular, recorreu devidamente aos Comissários de Apelação da FIM”, continuou.
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