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DTM anuncia entrada da Aston Martin para preencher vaga da Mercedes a partir de 2019

O DTM vai contar com três grandes marcas no grid em 2019. Nesta quinta-feira (11), a categoria alemã anunciou a entrada da Aston Martin a partir da próxima temporada, com a fábrica inglesa assumindo a vaga deixada pela Mercedes, que sai do grid ao final de 2018
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Aston Martin entra no DTM (Foto: DTM)
O DTM vai contar com um importante nome para a próxima temporada. Nesta quinta-feira (11), a categoria alemã anunciou a entrada da Aston Martin para 2019, assumindo o espaço antes ocupado pela Mercedes, que deixa o grid ao final de 2018.
 
A marca inglesa entra em conjunto com a R-Motorsport e com a HWA AG, que foi parceira muito tempo da Mercedes no DTM e vai ser a responsável pelo desenvolvimento, construção e operação dos carros na categoria.
 
Com isso, encerra-se a busca do DTM em procurar uma marca para preencher o espaço vago da Mercedes. A fábrica torna-se a terceira a integrar a categoria de turismo, ao lado da Audi e BMW. 
 
O grid do DTM (Foto: DTM)
Gerhard Berger, chefe da categoria, comemorou o anúncio. “A decisão de uma marca de carros esportivos luxuosos como a Aston Martin é um evento histórico para a categoria e um marco para a direção internacional do DTM.”

“A cooperação com a organização da Super GT, a internacionalização de nossa plataforma e aquisição de mais marcas representam alguns de nossos mais importantes objetivos estratégicos”, seguiu.
 
“Iremos seguir com a expansão internacional em conjunto com as equipes e fábricas, um desenvolvimento que deve ser sublinhado por uma adaptação do nome da categoria a partir de 2020.”
 
Dr. Florian Kamelger, chefe da R-Motorsport, ressaltou a satisfação em poder fazer parte da categoria. “Estamos muito satisfeitos por nos unirmos à Aston Martin em uma categoria renomada e com orientação internacional.”
 
“Competir com fábricas ‘premium’ representa um grande desafio para nossa marca. O novo regulamento técnico e o calendário com corridas internacionais foram importantes razões para nossa decisão”, pontuou.