Novo campeão mundial de endurance, Webber deixa F1 para trás e agradece à Porsche por seguir no automobilismo

Crítico da F1, Mark Webber encontrou vida nova no Endurance. Dois anos depois de ter deixado a Red Bull, o piloto, agora na Porsche, conquistou o maior título da sua carreira. E agradeceu à fábrica alemã: “Ela me ajudou”

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Definitivamente, a Porsche viveu um grande ano no Mundial de Endurance. E um 2015 marcado por êxitos de pilotos com história na F1. Em junho, a fábrica alemã viu Nico Hülkenberg chegar à vitória nas 24 Horas de Le Mans ao lado de Earl Bamber e Nicky Tandy. E no último domingo (22), o resultado das 6 Horas do Bahrein coroou o trio formado por Timo Bernhard, Brendon Hartley e Mark Webber como campeões mundiais. Webber, que deixou a F1 há dois anos, não escondeu a felicidade pela maior conquista da carreira e agradeceu à Porsche por ter a chance de continuar no automobilismo.
 
Em entrevista ao diário britânico ‘Daily Mail’, Webber, de 39 anos, falou sobre o momento atual da carreira e ainda aproveitou para falar sobre a queda de audiência da F1 e também sobre o contato com os ex-chefes na Red Bull.
Webber (ao centro) comemora com Hartley e Bernhard o título de campeão mundial de Endurance (Foto: WEC)
“Continuar no automobilismo por meio da entrada no Mundial de Endurance e trabalhar com uma equipe e com uma empresa como a Porsche me ajudou”, disse o piloto, feliz com a chance de continuar competindo em alto nível.
 
“É mentalmente difícil abrir mão da adrenalina que testa a si mesmo. Este é o desafio. Diz respeito sobre colocar os pés para fora da cama pela manhã: ‘Que porra estou indo fazer?’”, comentou o australiano, que ainda aproveitou para cutucar a F1.
 
Webber, sempre crítico com os rumos da categoria nos últimos tempos, entende que o artifício da asa móvel para facilitar as ultrapassagens não ajudou na sua maior finalidade: proporcionar um espetáculo mais atraente ao público que acompanha a F1. “Eles dizem que não havia ultrapassagens. Mas, se você olhar para as arquibancadas, elas estavam cheias. Veja as imagens da TV hoje. Porque havia tanta gente assistindo e não muitas agora?”, questionou.
 
Quanto à cúpula da Red Bull, Webber preferiu não polemizar. A começar por Helmut Marko, seu grande desafeto nos tempos em que lutava com Sebastian Vettel por mais espaço dentro da equipe. O consultor austríaco sempre se mostrou mais inclinado a favorecer ao alemão, enquanto Webber era deixado de lado. “Nós nunca tivemos um relacionamento, então isso não faz diferença”, afirmou.
 
Em sua autobiografia lançada neste ano, Webber disse que Christian Horner, o chefe da Red Bull, se deixou levar pela política e pelo jogo da F1. Entretanto, o novo campeão mundial de endurance parece disposto a deixar mesmo a antiga categoria no passado. 
 
“Inicialmente, Christian fez bem ao manter firmemente seus pés no chão quando ele começou a figurar em círculos supostamente superiores, mas inevitavelmente você pode ver que ele ficou seduzido pelas armadilhas do estilo de vida da F1”, escreveu Webber em seu livro, chamado 'Aussie Grit'.
 
Ao ‘Daily Mail’, o australiano brincou e preferiu minimizar as declarações sobre o ex-chefe. “Ele parece muito ocupado no momento, então vamos deixa-lo sossegado. Nós estamos muito grandes e feios o bastante para mudar. No fim das contas, todos nós vamos dormir à noite”, concluiu.
 

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Lembram-se daquele carro conceito de 2017 que a Ferrari fez no começo do ano? Pois o pessoal da Asseto Corsa trabalhou…

Posted by Grande Prêmio on Quarta, 18 de novembro de 2015

PADDOCK GP EDIÇÃO #7: ASSISTA JÁ

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