25 anos depois, Brawn lembra estreia de Schumacher na F1 e lamenta destino cruel: “O que aconteceu com ele foi trágico”

Ross Brawn lembrou a estreia de Michael Schumacher na F1 e lamentou que, mais tarde, não tenha conseguido dar ao heptacampeão um carro vencedor na Mercedes. Inglês lamentou destino cruel do alemão com acidente de esqui

A estreia de Michael Schumacher na F1 completa 25 anos nesta quinta-feira (25). Um quarto de século depois de trabalhar com o germânico pela primeira vez no Mundial, Ross Brawn lembrou a chegada à Benetton e avaliou que a equipe tinha vantagem em relação à concorrência.
 
Em 1991, Schumacher foi contratado às pressas pela Jordan após o titular, o belga Bertrand Gachot, ser preso em Londres depois de se envolver em um acidente com um táxi e uma subsequente briga de trânsito. No meio da confusão, ele atirou gás lacrimogêneo contra o outro motorista. Por causa disso, não pôde voltar ao seu país para disputar o GP da Bélgica. 
Ross Brawn e Michael Schumacher também trabalharam juntos na Mercedes (Foto: Mercedes)

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Em sua primeira prova no Mundial, Michael alinhou na sétima colocação no grid, mas acabou abandonando a disputa por conta de um problema com o câmbio. Ainda assim, o germânico conseguiu um acordo com a Benetton para disputar outras cinco provas naquele ano. 
 

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A primeira das 91 vitórias de Schumacher veio em 1992, ainda pela Benetton, no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps.
 
“Nós [Brawn e Tom Walkinshaw] conhecíamos Michael dos carros esportivos e então tínhamos vantagem em relação aos outros times”, disse Brawn em entrevista à germânica RTL. “Nós sabíamos que queríamos contar com ele”, seguiu.
 
Além da Benetton, Brawn trabalhou com Schumacher também na Ferrari e, mais tarde, na Mercedes, após o piloto encerrar sua primeira aposentadoria para voltar às pistas entre 2010 e 2012.
 
“Nós não tínhamos dúvidas da competitividade dele”, afirmou. “Mas me frustra que não tenhamos sido capazes de dar a ele o carro que ele merecia”, lamentou.
 
“No entanto, Michael foi uma parte do processo de a Mercedes se tornar uma equipe campeã mundial”, frisou Brawn em entrevista à publicação alemã ‘Auto Bild’.
 
Maior vencedor da F1, Schumacher luta hoje contra as graves lesões sofridas em um acidente de esqui no fim de 2013, no Alpes Franceses. O heptacampeão bateu a cabeça em uma pedra e passou meses internado, mas a família não divulga informações sobre o estado de saúde do ex-piloto, que se recupera em casa.
 
“Estou em contato com a família”, contou Ross. “Vi o Michael várias vezes depois do acidente. Nós rezamos diariamente para ele progredir. A vida pode ser cruel”, resumiu.
 
“Ele é uma pessoa maravilhosa, e o que aconteceu com ele é trágico”, concluiu.
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