Agora presidente honorário da F1, Ecclestone aceita convite do príncipe e volta ao paddock no GP do Bahrein

Bernie Ecclestone está longe da F1 desde que foi destituído do cargo de chefe supremo do Mundial, pelo Liberty Media, ainda no final do ano passado. Mas Ecclestone vai voltar a aparecer. Segundo a revista alemã 'Auto Motor und Sport', Bernie aceitou o convite do príncipe Salman bin Hamad Isa Al Khalifa e vai aparecer no GP do Bahrein

 

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Bernie Ecclestone vai voltar à F1. Chefão da categoria por quase quatro décadas, Ecclestone foi convidado pelo príncipe barenita Salman bin Hamad Isa Al Khalifa e irá fazer sua primeira aparição como presidente honorário da F1 durante o fim de semana do GP do Bahrein, entre os dias 14 e 16 de abril.

 

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A informação foi dada pela revista alemã 'Auto Motor und Sport'. Segundo a publicação, Bernie já aceitou o convite feito pelo príncipe – que seu amigo e até esteve presente na festa de despedida de Bernie da F1, dada por Flavio Briatore em Londres.

 
Desde que foi sacado da posição que ocupou por 39 anos, o inglês, 86, não apareceu em eventos da F1. Não que a pré-temporada de Barcelona ou o GP da Austrália costumassem contar sempre com a presença de Ecclestone, mas o fato de não haver sequer sombra do antigo supremo tem importância ao menos histórica.
 
Ecclestone foi retirado da chefia da F1 no final do ano passado, quando o Liberty Media assumiu efetivamente as rédeas da categoria. Colocado na função decorativa de presidente honorário do Mundial, Bernie foi tirado das operações diárias, que passaram a ser divididas por uma tríade. Ross Brawn é o diretor-esportivo, Sean Bratches é o diretor-comercial e Chase Carey, acima dos dois, é o presidente.
 
No fim de semana da Austrália, o chefe da Red Bull, Christian Horner, foi perguntado sobre o impacto da ausência do comando de Ecclestone. Mas Horner respondeu de forma inesperada. "Como você sabe que ele não está no comando?", questionou. "Acho que, no papel que ele tem, ainda está numa posição de contribuir".
Bernie Ecclestone passeia com o príncipe Salman Bin Hamad Al Khalifa (Foto: Getty Images)
Até o próprio Ecclestone, porém, já deixou claro que seu papel é figurativo. “Eu não posso fazer nada”, disse em entrevista dada ao jornal Daily Mail há alguns dias. “Até mesmo os funcionários foram informados de que não deveriam falar comigo. Eles querem se livrar da ‘era Bernie’: ‘Vamos nos livrar da história de Bernie!’”, encerrou.
 
Antes do GP do Bahrein, a F1 ainda passa pelas longas retas de Xangai. O GP da China acontece em 9 de abril.

 

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