‘Campeã de pit-stops’ no ano passado, Williams prevê desafio extra com pneus mais largos para repetir tempos em 2017

Gerente esportivo da Williams, Steve Nielsen destacou as dificuldades que as equipes devem ter para realizar os pit-stops com os pneus mais largos que a F1 adotou na esteira do seu novo regulamento técnico para 2017. Assim, há uma expectativa de que os tempos não sejam tão rápidos quanto no ano passado, quando a equipe chegou a registrar uma parada em menos de 2s

 

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Uma das grandes novidades na temporada 2017 da F1 diz respeito aos pneus. A partir deste ano, os compostos fabricados pela Pirelli são 25% mais largos, tudo para ajudar a proporcionar, na esteira do novo regulamento técnico, uma maior aderência mecânica, sobretudo nos trechos de curvas. Agora os pneus traseiros terão 405 mm de largura, contra 325 mm do ano passado. Já os dianteiros agora vão ter 305 mm, contra 245 mm usados até 2016. Trata-se de um desafio a mais para as equipes não apenas para entendê-los, mas também para manuseá-los durante os pit-stops. A Williams, grande ‘campeã dos pit-stops’ no ano passado, acredita que vai enfrentar mais dificuldade para conquistar tempos tão baixos como os alcançados na última temporada da F1.

 
A Williams foi a equipe que teve o pit-stop mais rápido em 11 das 21 corridas do ano passado, deixando para trás de vez a ineficiência que marcou seu trabalho nas temporadas anteriores. Com Felipe Massa, por exemplo, a escuderia de Grove chegou a alcançar nada menos que 1s92, igualando a melhor marca da história da F1.
 
Mas a chegada dos novos e mais largos pneus da F1 tende a dificultar os trabalhos como um todo. É o que explica Steve Nielsen, gerente esportivo da Williams em entrevista à revista britânica ‘Autosport’. O engenheiro acredita que as maiores dificuldades ficarão concentradas nos pneus traseiros.

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A Williams foi a equipe mais eficiente em termos de pit-stops na temporada 2016 da F1 (Foto: Williams)
“Um pit-stop na Williams envolve 34 ações, então são 34 coisas que têm de acontecer num espaço de 2s. Qualquer um que fizer algo errado pode te atrapalhar e atrasar o pit-stop. Por exemplo, a porca, sobretudo nas rodas traseiras, está mais para dentro, então agora está mais difícil para o atirador [responsável pela pistola que parafusa a porca] chegar”, explicou.
 
“Há um certo grau de mudança no equipamento e na técnica que precisamos desenvolver para lidar com isso”, disse o britânico, que detalhou o processo que torna mais difícil de encaixar os novos pneus traseiros.
 
“Nós estávamos com medo disso antes de começar a treinar com o novo kit, mas isso não chegou a ser tão complicado como pensamos que poderia ser. O fator que limita, na verdade, é a transição. A partir do momento que a roda é desencaixada, tirar essa roda e colocar a outra. É aí que estamos esse tempo extra se arrastando. É porque há três pessoas se mexendo dentro de alguns centímetros uns dos outros, e esta roda é muito, mas muito mais ampla do que era antes”, comentou.
 
“Desta forma, as distâncias entre o pessoal da tripulação têm de ser maior. Eles têm de dar mais espaço uns aos outros, e isso aumentaria entre 0s1 e 0s2 [o tempo de pit-stop]”, acrescentou Nielsen.
A Williams prevê maiores dificuldades para trocar os novos pneus traseiros (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
Na visão do engenheiro, o maior desafio das equipes vai ser conquistar tempos de pit-stops constantes. Nielsen acredita que haverá uma variação maior entre os trabalhos. A meta, nesse caso, não é ser tão rápido como no ano passado, mas buscar a consistência, sem acarretar uma perda de tempo, no fim das contas.
 
“O que nós vimos até agora é que os últimos tempos que estávamos fazendo no ano passado ainda são possíveis, mas eles vão ser mais esparsos. Ainda podemos alcançar esses objetivos, mas há mais de um a partir de 2s4, 2s5, 2s6, tempos maiores do que estávamos vendo no ano passado”, salientou.
 

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“Embora seja muito bom fazer um pit-stop em 1s9, todo mundo fala sobre isso, é ótimo, e para nós é uma espécie de crachá de orgulho, o mais importante para nós é a consistência. Então, se você fizer quatro paradas, não dá para fazer uma em 1s9 se as outras forem em 3s5. Eu assinalaria que todas elas fossem abaixo de 2s5”, concluiu Nielsen.

 
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