Chefe da Honda admite cansaço com falhas e não esconde tristeza: “Estou enormemente decepcionado”

Yusuke Hasegawa revelou que subestimou os desafios da Honda na construção do seu novo motor. A adoção de um novo conceito tem sido a grande fonte de problemas para a montadora de Sakura, que não espera melhoras nas próximas corridas. A previsão é de evolução apenas a partir do meio ou fim de maio

 

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O clima na Honda é de total desilusão frente à pífia performance apresentada pelo seu motor, fornecido à McLaren, tanto nos testes de pré-temporada como também na abertura do Mundial de F1 em 2017. Yusuke Hasegawa, chefe da montadora para o projeto da F1, revelou que subestimou os desafios da Honda na construção da sua nova unidade de potência. A adoção de um novo conceito não entregou performance e tampouco confiabilidade. A expectativa para as próximas semanas não é nada otimista, com a previsão de alguma melhora apenas para o meio ou fim de maio, no GP da Espanha ou de Mônaco, quando a fábrica de Sakura planeja entregar uma nova versão do seu motor. Até lá, a Honda busca soluções externas para, ao menos, amenizar a difícil situação.

 
A Honda voltou à F1 em 2015 como fornecedora de motores da McLaren em um clima de muita expectativa. Afinal, estava refeita a parceria histórica e vitoriosa que dominou a F1 no fim dos anos 1980 e início da década de 1990, ajudando Ayrton Senna a faturar seus três títulos mundiais. Mas desde a retomada de um casamento que parecia ser ideal, quase nada deu certo. A McLaren, de grande equipe do grid, apresentou resultados muito aquém da sua história. No ano passado, o melhor que a McLaren-Honda conseguiu foram dois quintos lugares, os dois com Fernando Alonso, em Mônaco e Estados Unidos.
 
Depois dos seguidos problemas apresentados pelo motor Honda nos testes de Barcelona, bem como a escancarada falta de potência durante o GP da Austrália, Yusuke Hasegawa não consegue deixar de expressar cansaço e tristeza com o atual cenário. A Honda, que se notabilizou por uma grande história na F1, virou motivo de chacota no esporte pelo eu retrospecto recente. E o engenheiro japonês evidencia seu abatimento por isso.

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Yusuke Hasegawa não esconde a decepção com a série de problemas no motor Honda (Foto: XPB Images)
“É muito duro, muito duro. É difícil expressar o quão duro é. Estou enormemente decepcionado. Claro que percebemos que a maioria das falhas vinham da unidade de potência”, afirmou Hasegawa em entrevista à revista britânica ‘Autosport’, admitindo que a maior culpa pela falta de performance da McLaren está, de fato, no motor.
 
“É justo dizer que nem tudo vem da nossa unidade de potência. Mas, do ponto de vista da performance, a maior deficiência é nossa unidade de potência. Estamos muito decepcionados. Pensamos que fosse algo muito fácil, e foi muito difícil conseguir a nova tecnologia. Esse foi meu erro”, lamentou.
 
O grande problema, explica Hasegawa, é que a réplica monocilíndrica do motor V6 que a Honda desenvolveu para 2017 funcionou bem no dinamômetro. Mas os testes não refletiram a realidade quando o desenvolvimento foi aplicado à unidade de potência em si. Os problemas foram detectados no fim do ano passado, deixando a montadora em uma situação bastante embaraçosa.
 
“Evoluímos com o monocilindro no banco de testes, mas quando concluímos o motor V6, então surgiram muitos problemas. Conseguimos um bom nível com o monocilindro, mas quando passamos exatamente a mesma especificação ao motor V6, não deu certo. E isso nos decepcionou muito, mas já era muito tarde. Nós demos conta disso no Natal. Desde janeiro tentamos entendê-lo. Depois de compreender os problemas, era o momento de confirmar a especificação final, e tivemos de nos comprometer”, disse.
 
“A única coisa que posso dizer é que nos testes do dinamômetro não tivemos um problema assim, tão grande. Quando acrescentamos o câmbio, os pneus e a transmissão, tivemos alguma ressonância. Não estou culpando o chassi, nos demos conta disso também no banco de testes”, revelou.
 

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Considerando toda a situação e o calendário apertado, com três corridas em abril (China, Bahrein e Rússia), Hasegawa entende que uma solução para o problema do motor só deve mesmo vir em maio, entre os GPs da Espanha e de Mônaco. Por enquanto, a perspectiva segue sendo de dias bem difíceis para a Honda, a McLaren e também para Fernando Alonso e o novato Stoffel Vandoorne.

 
“Não podemos utilizar todo o potencial do motor e não podemos fazê-lo sem exceder o limite de durabilidade. O que temos de fazer é transferir essa tecnologia ao V6. E, ainda que tenhamos de melhorá-lo, confiamos em conseguir isso. Se encontrarmos uma solução, teremos de trocar o motor para a quinta ou sexta corrida, de modo que realmente espero atualizar nossa especificação antes disso, ou nesse período de tempo”, finalizou o decepcionado Hasegawa.

O GP da China, o segundo do campeonato, acontece neste fim de semana, e o GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades em Xangai AO VIVO e em TEMPO REAL.

 

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