Chefe da Mercedes afirma que prioridade é não interferir em eventual divórcio entre McLaren e Honda

Já circulam no paddock muitos rumores sobre uma nova união entre McLaren e Mercedes, o que aconteceria já para 2018 diante da ruptura da relação da equipe com a Honda. Mas Toto Wolff deixou claro que não quer meter a colher no turbulento casamento entre as partes e disse que o principal é que a Honda continue na F1. Por isso, faz questão de manter uma boa relação com a fábrica japonesa

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Enquanto os rumores sobre o divórcio entre Honda e McLaren se intensificam a cada dia no paddock da F1, a Mercedes, apontada como futura nova parceira da escuderia britânica, prefere acompanhar tudo de longe. Toto Wolff, diretor-esportivo da Mercedes, deixou claro que não quer meter a colher no casamento turbulento entre as duas partes e ressaltou que, até por respeito à Honda, não tem interesse em interferir. E ressaltou que a presença da montadora japonesa é muito importante para a F1, por isso quer evitar qualquer tipo de conflito.

 
Em entrevista veiculada pelo site ‘GP Update’, o dirigente austríaco é claro que ainda não pensa na McLaren como futura cliente dos motores da Mercedes. “Não é nossa prioridade no momento. Primeiramente, gostaríamos de ver Honda e McLaren resolvendo a sua situação. Se você está considerando uma nova namorada, primeiro é preciso se separar da parceira antes de sair da cama”, ironizou.
Toto Wolff não quer meter a colher no casamento turbulento entre Honda e a McLaren (Foto: F1/Twitter)
McLaren e Mercedes tiveram um casamento vitorioso na F1. A união começou em 1995 e terminou 20 temporadas depois, em 2014, e rendeu títulos com Mika Häkkinen, em 1998 e 1999, e com Lewis Hamilton, em 2008, além de 78 vitórias e 76 poles, na mais bem-sucedida parceria com uma fornecedora de motores na história da equipe de Woking, que durou por exatos 351 GPs.
 
Wolff ressaltou o respeito que tem pela Honda e lembrou que o mais importante é que a marca esteja forte e que continue na F1.
 

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“Há um momento intenso no mercado agora, de acordo com o que nós observamos em segundo plano. É a posição em que nós temos de estar. O mais importante é que a Honda renda, continue no esporte e siga tendo uma relação que funcione com seus clientes ou equipes. Não queremos interferir nesta etapa, essa é a nossa prioridade”, disse Toto.

 
“A principal prioridade é que a Honda continue no esporte e que ela tenha uma relação frutífera com seus clientes e, por isso, não queremos estar envolvidos neste tema por enquanto”, finalizou o chefe da Mercedes.
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