Chefe da Red Bull mostra ceticismo sobre regulamento dos motores para 2018 na F1: “Nada vai mudar”

Está prevista para o fim do mês uma nova reunião do Grupo de Estratégia e da Comissão da F1 para discutir mudanças pontuais na regra dos motores para 2018 de modo a deixa-los mais acessíveis e baratos às equipes, além de diminuir o déficit de potência entre as montadoras, elevando a competitividade. Mas Christian Horner não acredita em mudanças no cenário atual

A Red Bull dominou a F1 entre 2010 e 2013, conquistando nada menos do que oito títulos mundiais, sendo quatro de Construtores e outros quatro de Pilotos, todos eles com Sebastian Vettel. A partir de 2014, contudo, a supremacia ruiu com a adoção do novo regulamento de motores e a introdução das novas e complexas unidades de potência turbo V6 de 1,6 L. Assim, o domínio mudou de lado na F1 e ganhou as cores prateadas da Mercedes.
 
Desde então, a Red Bull vem mostrando sua insatisfação com o novo regulamento e, em meio a uma verdadeira batalha no segundo semestre depois de sofrer com a falta de potência e competitividade dos motores da Renault, esperneou, ameaçou até mesmo sair da F1 depois de ficar sem um acordo com Mercedes ou Ferrari, mas acabou mesmo ficando onde está, ou quase, rebatizando os motores Renault como TAG Heuer, sua nova patrocinadora para 2016.
Christian Horner não acredita em mudanças no regulamento de motores da F1 (Foto: Getty Images)
Christian Horner, chefe da Red Bull, vai participar, junto com a cúpula da categoria, de uma reunião envolvendo o Grupo de Estratégia e a Comissão da F1 para discutir, no fim do mês, mudanças significativas no regulamento dos motores para entrar em vigor a partir de 2018. 
 
Um dos objetivos é fazer com que os motores sejam mais acessíveis às equipes menores do grid, além de proporcionar um equilíbrio em termos de performance em relação às montadoras envolvidas, oferecendo maior competitividade à F1. Contudo, Horner não acredita que o cenário atual vai mudar.
 
“Acho que é uma situação complexa, mas há fundamentalmente quatro critérios que foram requeridos pelo órgão regulador para serem cumpridos e garantir a estabilidade de seguir em frente. São estes os quatro critérios: uma redução significativa de custos para € 12 milhões, a disponibilidade de fornecimento ou garantia de fornecimento, convergência de potência dentro de uma relativa pequena margem e resolver o ronco”, explicou o dirigente britânico em entrevista neste sábado (16) em Xangai, palco do GP da China de F1.
 
“No momento em que sentamos aqui agora, nós não temos em lugar algum em cada um destes critérios, e acho que infelizmente, o que vai acontecer, como é frequentemente o caso nessas coisas, o tempo vai passar e, no fim das contas, nada vai ser alcançado e nada vai mudar”, continuou o comandante taurino.
 
Horner falou sobre a reunião que vai acontecer no desfecho de abril, mas deixou claro, uma vez mais, seu ceticismo a respeito. “Há mais uma tentativa na reunião do Grupo de Estratégia e da Comissão de F1 no fim do mês para discutir e colocar na mesa as preocupações e sobre onde nós estamos, mas as regras vão, inevitavelmente, permanecer como elas estão”, finalizou.
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