Chefe da Sauber descarta aliança com outras equipes para escapar de crise e avisa: “Sei como vamos sair dela”

Monisha Kaltenborn não acredita que a aliança com uma grande equipe seja a solução ideal para os problemas da Sauber. A dirigente promete uma reação após o começo de temporada pífio, mas não quer revelar qual é seu plano

A Sauber vive a maior crise de sua história. Não só os suíços seguem sem pontos em 2016 como a equipe também já não é capaz de pagar salários em dia. Mesmo assim, a chefe Monisha Kaltenborn descarta virar uma ‘equipe B’ – se aliar com outra escuderia para seguir sobrevivendo. A dirigente argumenta que este não seria o espírito da F1.
 
“Isso não é uma opção para nós. Somos uma equipe, mas também uma companhia tecnológica com muita experiência e grande infraestrutura. A F1 não pode ser como o DTM, só com três equipes de fábrica. A F1 se baseia na diversidade e no desafio tecnológico”, argumentou Kaltenborn, falando ao suíço ‘Sonntagsblick’.
 
Assim, Monisha descarta uma aliança com a Alfa Romeo, outrora vista como positiva. Os laços com os italianos poderiam ser facilitados pela relação de longa data com a Ferrari.
Monisha Kaltenborn sofre para manter a Sauber viva (Foto: Getty Images)

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A dirigente aproveitou também para explicar que a situação da Sauber não é tão crítica assim. Kaltenborn argumenta que, apesar da falta de resultados, a equipe conseguiu se fortalecer economicamente nos últimos anos.
 
“Como companhia, temos dois lados. Um é o esporte, que é visível, e onde não estamos onde devíamos. O outro é o comercial, e, como qualquer outra empresa suíça de médio porte, não somos obrigados a divulgar nada. Mas nesta parte nós nos fortalecemos nos últimos anos e expandimos nossos negócios continuamente. Mesmo assim, as especulações da imprensa não nos ajudam. Pelo contrário”, seguiu.
 
“Eu sei o motivo para nossa situação, e sei como vamos sair dela. É difícil e estressante, mas não vamos nos enforcar. É claro que precisamos de um parceiro forte, mas temos várias conversas para várias direções”, avisou.
Felipe Nasr e Marcus Ericsson durante o GP do Bahrein (Foto: Getty Images)

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Mesmo dentro do universo de equipes com pouco dinheiro a Sauber não consegue ser particularmente exemplar. A Force India, cujo dono está escondido na Inglaterra para não ser preso, conseguiu até um pódio em Mônaco.
 
“Precisamos fazer uma autocrítica. Eles fizeram um trabalho do que nós no desenvolvimento do carro. Mas eles também contam com um motor Mercedes que segue sendo dominante. Vamos seguir desenvolvendo o carro, mas não vamos dar um grande salto. Tenho certeza de que vai dar pontuar. Vai ser difícil, mas não impossível”, finalizou.
 
A Sauber agora parte para o Canadá, ainda sem atualizações no carro. Lá, Felipe Nasr e Marcus Ericsson vão tentar deixar para trás o acidente bobo de Mônaco.

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