Chefe da Toro Rosso sugere congelamento do motor Mercedes para tornar F1 mais equilibrada

Franz Tost, chefe da Toro Rosso, não vê a hora de a F1 voltar a ter três equipes brigando por título. E, para facilitar a vida de Ferrari e Red Bull contra a Mercedes, o dirigente fala até em proibir o desenvolvimento do motor alemão, o melhor da categoria

 

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Franz Tost, chefe da Toro Rosso, não quer mais saber de grandes diferenças entre fornecedoras de motor na F1. O dirigente defendeu a importância de ter as equipes de ponta da categoria brigando de igual para igual. E isso pode acontecer de duas formas: ou ao natural, ou com intervenção da FIA – isso porque Tost não vê problemas em congelar o desenvolvimento do motor Mercedes para permitir uma aproximação de Red Bull e Ferrari. 
 
“Espero que cedo ou tarde haja uma paridade entre unidade de potências. Espero que a Renault melhore, porque não sei o que acontece com a Ferrari. Nós precisamos pelo menos de Red Bull, Mercedes e Ferrari brigando pelo título”, disse Tost, em entrevista à revista ‘Autosport’.
 
“Se o nivelamento das unidades de potência não vier, então a FIA deveria congelar. Eu congelaria o motor da Mercedes, os outros iriam alcançar, e aí poderíamos congelar todos. Deixaria livre o desenvolvimento da bateria, é algo para o futuro e que importa para as montadoras”, completou.
A Toro Rosso quer arranjar um problemão para a Mercedes (Foto: Getty Images)
É claro que o congelamento do melhor motor da F1 resultaria em uma categoria mais equilibrada e disputada. Além disso, o certame ficaria mais barato – as fornecedoras gastariam menos dinheiro no desenvolvimento das unidades de potência, o que acarretaria em preços mais acessíveis para as clientes.
 
“Precisamos diminuir os custos. Já discutimos isso há anos, mas nada acontece. Eu colocaria um teto orçamentário. Tem gente que diz que a situação não é controlável, mas isso é besteira. Na Toro Rosso nós sabemos a história de cada parafuso, podemos te dizer de onde vem e quanto custa”, apontou.
 
Para a Toro Rosso, cliente da Renault, o congelamento da Mercedes seria um grande negócio. A marca francesa, em plena evolução, fatalmente atingiria o mesmo nível de potência dos alemães. A equipe italiana, que tanto sofreu com falta de velocidade nos últimos anos, poderia dar um salto nas tabelas da F1.
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