Chefe destaca rápida liderança de Sainz dentro da Ferrari: “Não é apenas bom piloto”

Carlos Sainz faz apenas a primeira temporada com a Ferrari na Fórmula 1, mas já é alvo de diversos elogios por parte do chefe Mattia Binotto, que pensa no espanhol como parte do futuro da escuderia

Trailer dos personagens clássicos do F1 2021 (Vídeo: Codemasters)

Em 2021, a Ferrari conta com a dupla mais jovem de pilotos desde 1968, com Charles Leclerc e Carlos Sainz. O espanhol faz a primeira temporada pela escuderia italiana, é verdade, mas já agrada bastante os dirigentes nos bastidores. Por isso, Mattia Binotto, chefe da equipe, não economizou nos elogios.

Para Binotto, em entrevista à emissora britânica Channel 4, Sainz está evoluindo dentro da equipe e isso se reflete em um bom sentimento de felicidade pelo desempenho do espanhol na pista. “Devo dizer que estou muito feliz desde o primeiro dia com a maneira que ele se comporta, que ele trabalha e que une o time”, disse o dirigente.

Após um ano complicado em 2020, a Ferrari mudou um de seus pilotos, com a saída de Sebastian Vettel, que foi para a Aston Martin, e a chegada de Sainz. A escuderia acredita que a mudança foi uma mudança de ares para a sequência do trabalho.

Carlos Sainz em ação durante o GP da Espanha (Foto: Ferrari)

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“Acho que ele [Sainz] é um grande líder, não apenas um bom piloto. Sabíamos que ele era rápido, mas quando fizemos a proposta estávamos olhando para a experiência, pela forma que pilotava e como sempre foi um piloto forte na carreira. Mas ele é uma grande pessoa e um líder fora do carro”, afirmou Binotto.

“É um refresco, sem dúvida. Estamos tentando criar sólidas fundações para o futuro, não apenas uma escolha a curto prazo. É realmente um olhar para o futuro que criamos para a Ferrari”, completou o italiano.

Binotto admitiu que ainda é cedo para pensar em briga pelo título, apesar da evolução do carro em relação ao ano passado, mas que a disputa contra Mercedes e Red Bull pode ser mais realista para 2022.

“Pelo menos a Ferrari está mais competitiva, isso é importante. Sabíamos que seria difícil evoluir durante o inverno. Trabalhamos um pouco na parte aerodinâmica, mas tivemos poucas oportunidades no túnel de vento e no simulador. Acho que na Fórmula 1 você precisa paciência e tempo. Acredito que a melhor oportunidade será no próximo ano, será mais fácil”, finalizou.

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