Confiante, Alonso aposta até em brigar por vitórias se novo carro da McLaren estiver “a 0s4 dos melhores”

Fernando Alonso destacou que a melhora significativa do carro da McLaren, ao menos em termos de desempenho do chassi, foi fundamental para lhe dar uma motivação a mais e continuar na F1. A expectativa do bicampeão é que, mesmo se não tiver um carro no nível da Mercedes, vai ser possível brigar pelas primeiras posições e tirar a diferença na base da estratégia

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Depois de três anos bem difíceis, Fernando Alonso se sente renovado e pronto para voltar a ser um dos protagonistas do grid da F1. Confiante no potencial que a McLaren vai poder apresentar nesta temporada, agora que a equipe deixou para trás a parceria complicada com a Honda entre 2015 e 2017 e passou a contar com a Renault como fornecedora de motores, o bicampeão do mundo mostra a esperança de poder brigar lá na frente. Mesmo se não tiver um MCL33 no mesmo nível da Mercedes.

 
“Tenho muita confiança em mim mesmo e sei que só preciso de um carro que esteja a “0s2, 0s3 ou 0s4 dos melhores. Com isso vou poder brigar. Em alguns circuitos, vamos perder. Em outros, vamos vencer. Às vezes, vai contar a estratégia para reduzir o déficit, mas vamos poder estar lá”, afirmou o espanhol de 36 anos em entrevista veiculada pela revista ‘F1 Racing’.
 
A grande esperança está no trabalho que a McLaren vem realizando para desenvolver o novo chassi, na sequência do que a equipe conseguiu alcançar, sobretudo na última temporada. Claro, tudo devidamente encaixado ao novo motor da Renault, que se mostrou muito bom em termos de performance — ainda que tenha apresentado dúvidas quanto à sua confiabilidade nos testes de pré-temporada em Barcelona.
Fernando Alonso mostrou muita confiança no potencial da McLaren em 2018 (Foto: McLaren)
“O chassi está evoluindo finalmente como queríamos. De modo que, se pudermos ter um bom motor, seria a solução. Na F1, está tudo sobre a mesa. Você tem engenheiros inteligentes, muita tecnologia, sabemos se perdemos 0s010 numa curva lenta ou 0s040 numa rápida. Entendemos a freada, a tração, conhecemos a pressão dos pneus de todos”, salientou.
 
“Fizemos nossos cálculos a cada fim de semana e, se eliminarmos a desvantagem que temos nas retas, vai tudo correr bem e deveremos estar na parte de cima. Não sei se vamos vencer, mas vamos estar mais perto da Red Bull ou algo do tipo. Ficamos atrás em nível de chassi, mas no ano passado fomos muito mais fortes. Isso é o que me fez deixar de pensar em abandonar a F1”, pontuou Fernando, recordando o fato de que cogitou deixar o grid de vez no fim da temporada passada em razão da falta de resultados nos últimos anos.
 

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Alonso reconhece que não foi fácil lidar com as seguidas decepções e os parcos pontos conquistados nos últimos anos dentro da parceria McLaren-Honda. Contudo, o espanhol se mostra renovado e pronto para viver dias muito melhores na F1.

 
“Não foi fácil manter a motivação, sinceramente. Tive muitos altos e baixos. Não nos finais de semana de corrida, porque quando você está na pista e está com os engenheiros, prepara a classificação e tudo mais, o competidor que você tem dentro de si te faz levantar e estar pronto para qualquer desafio. Mas entre as corridas foi complicado e tive de me pressionar a mim mesmo um pouco mais para estar concentrado”, concluiu.
”VOCÊ TEM DE RESPEITAR”

EMOÇÃO GENUÍNA DE BARRICHELLO É EXEMPLO DE MOTIVAÇÃO

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