Ricciardo se diz “orgulhoso” de Verstappen e analisa carreira na F1: “Sem arrependimentos”

Além de exaltar os quatro títulos conquistados por Max Verstappen, Daniel Ricciardo refletiu sobre os anos em que esteve na Fórmula 1 e garantiu que está satisfeito com o que alcançou

Distante do mundo da Fórmula 1 desde que perdeu a vaga na Racing Bulls para Liam Lawson após o GP de Singapura de 2024, Daniel Ricciardo deu o ar da graça mais uma vez e falou sobre o que pensa dos sucessos recentes de Max Verstappen na categoria. Além disso, analisou a própria carreira e deixou claro que não possui qualquer arrependimento, ainda que tenha falhado no objetivo de se tornar campeão mundial.

O australiano de 36 anos foi companheiro de equipe do atual #1 da Red Bull por cerca de dois anos e meio, entre 2016 e 2018, antes de se mudar para a Renault, onde permaneceu até o fim de 2020. Depois de uma passagem discreta pela McLaren, acabou sendo escolhido pela marca dos energéticos para substituir Nyck de Vries na então AlphaTauri, em 2023, permanecendo por lá até a etapa em Marina Bay no ano seguinte.

“Ver o Max se tornar… tetracampeão mundial? Já até perdi a conta. Ele já venceu tantas vezes”, disse durante as entrevistas no Ray White Connect, evento que reúne personalidades do setor imobiliário e pessoas da área de liderança. “Mas, tetracampeão mundial — fico orgulhoso. Penso: ‘ok, isso foi legal. Foi um companheiro de equipe que tive, alguém com quem compartilhei muito tempo e pista'”, continuou Ricciardo.

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Daniel Ricciardo descartou qualquer arrependimento em carreira na F1 (Foto: Red Bull Content Pool)

Na sequência, foi questionado sobre a própria passagem pela F1 e refletiu sobre os objetivos que não foram alcançados. De qualquer maneira, mostrou gratidão por tudo que viveu e chegou a brincar, como de costume, ao dizer que “talvez meu ego fosse muito grande” caso tivesse conseguido erguer o troféu de campeão do Mundial.

“Nunca achei que teria essa carreira. Nunca achei que estaria aqui, sabe? Essa é a verdade. Claro, meu sonho era ser campeão mundial, e houve anos ao longo do caminho em que realmente senti que isso ia acontecer. Cheguei perto. E tudo bem”, começou.

“Se fosse campeão mundial hoje, isso mudaria como me sinto, como me vejo, ou algo assim? Acho que não. Talvez meu ego fosse grande. E ninguém quer isso! Não tenho arrependimentos”, encerrou Ricciardo.

Depois do GP da Hungria, a Fórmula 1 volta às pistas apenas após o recesso de verão, entre os dias 29 e 31 de agosto, para o GP dos Países Baixos, em Zandvoort.

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