Diretor da Renault vê Hülkenberg sobrecarregado, volta a cobrar Palmer e alerta: “Ninguém está garantido na F1”

Cyril Abiteboul intensificou o tom de cobrança para cima de Jolyon Palmer e deixou claro que vê Nico Hülkenberg sobrecarregado e até em uma posição injusta porque o alemão “tem de fazer muito” na equipe. Sobre o britânico, o dirigente francês é claro: “Ele tem de corresponder”. Após sete corridas, Hülkenberg marcou 18 pontos, enquanto Palmer segue zerado no Mundial de Pilotos

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

A paciência da Renault com Jolyon Palmer parece ser cada vez menor. Com Nico Hülkenberg ‘carregando nas costas’ a equipe, e isso se reflete nos seus 18 pontos na tabela do Mundial, o britânico é cada vez mais cobrado por resultados, uma vez que, em uma temporada e meia, somou apenas um ponto. Em 2017, enquanto vê o alemão frequentemente na zona de pontuação, Palmer segue zerado, e por isso passa a ser ainda mais pressionado pela cúpula da Renault. Cyril Abiteboul, diretor da equipe de Enstone, já não esconde mais a insatisfação e deixa claro: “Ninguém está garantido na F1”.

 
“A F1 não é um ambiente onde alguém pode dizer em alto e bom som: ‘Eu estou seguro’. Até certo ponto, existem duas perguntas: tem Jo [Palmer] e um segundo piloto. Agora, meu foco está em Jo. Ele tem de corresponder”, afirmou o engenheiro francês em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’.
 
No entanto, Abiteboul disse que prefere ainda não falar sobre troca de pilotos na Renault. “Não quero ficar em cima disso, ainda mais sobre quem seria [o piloto para] entrar no lugar, porque não é esse o ponto hoje. O fato é que Jo tem um carro para pontuar, e ele tem de entrar nos pontos”, cobrou. 
A vida não anda muito fácil para Jolyon Palmer dentro da Renault (Foto: AFP)
No Mundial de Construtores, a Renault aparece em sétimo lugar com todos os 18 pontos somados por Hülkenberg. A meta da equipe aurinegra é fechar a primeira parte do campeonato, com o GP da Hungria, uma posição acima. “Espero que possa ir para as férias de verão no sexto lugar no campeonato”, comentou. A sexta posição atualmente é da Williams, que está quatro pontos à frente da Renault.
 
Abiteboul entende que é a vida da Renault é muito mais difícil quando Hülkenberg está fora de combate, como aconteceu ainda no começo do GP de Mônaco, no fim de maio. “No momento, sinto que isso é um pouco injusto com Nico, que tem de fazer muito. A equipe é claramente muito dependente dele”, salientou.
 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

“Você pode ver isso em Mônaco. Quando Nico está fora do jogo, inclusive por razões que vão além do seu controle — como o problema no câmbio —, lutamos para terminar nos pontos, ainda que muitos carros não tenham terminado a corrida. É um desafio”, disse o dirigente, claramente insatisfeito.

 
“Há uma diferença substancial entre Nico e Jo na classificação e na corrida. Estamos discutindo com Jo para ver como ele pode melhorar. A primeira coisa que tivemos de fazer foi lhe entregar um fim de semana limpo de problemas, e fizemos isso em Mônaco. Esse fim de semana foi quase um recomeço de temporada em relação a Jo e a equipe, que finalmente proporcionou a plataforma certa para que ele possa melhorar e, com esperanças, consiga corresponder”, acrescentou.
 
“Esse processo deve levar a uma posição em que Jo também possa contribuir para o campeonato”, finalizou Abiteboul.
O CANADÁ É PARA HAMILTON O QUE MÔNACO FOI PARA SENNA?

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height:
0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute;
top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube