Ex-chefe da McLaren, Whitmarsh aceita convite da FIA para liderar estudos sobre teto orçamentário na F1, diz site

Martin Whitmarsh, chefe da McLaren entre 2009 e 2013, topou voltar ao mundo da F1. De acordo com o ‘Motorsport.com’, o britânico topou trabalhar ao lado da FIA com a missão de reduzir os altos custos da F1 – que pode evoluir para a aplicação de um teto orçamentário

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

Anos depois, Martin Whitmarsh encaminhou o retorno à F1. De acordo com o site americano ‘Motorsport.com’, o ex-chefe da McLaren aceitou um convite da FIA para liderar os estudos sobre a possibilidade de implementar um teto orçamentário na principal categoria do automobilismo.
 
Eu um primeiro momento, o trabalho de Whitmarsh é relacionado com o controle dos gastos na F1 – não necessariamente um teto orçamentário, mas que pode evoluir para tal. De acordo com a publicação, o britânico é visto como um bom nome por conhecer o funcionamento de uma equipe de ponta e por ter comandado a Associação de Equipes de F1 entre 2010 e 2012.
 
Um encontro do Grupo de Estratégia da F1, envolvendo FIA e escuderias, vai servir para definir com precisão as tarefas de Whitmarsh. A reunião acontece nesta quinta-feira (18).
Martin Whitmarsh passou por anos de pouco brilho após deixar a McLaren (Foto: McLaren)

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

Whitmarsh assumiu o posto de chefe de equipe da McLaren no começo de 2009, assumindo o posto de Ron Dennis, que optou por se afastar da F1. Ocupando o posto por cinco anos, Martin não conquistou nenhum campeonato. Depois de um 2013 particularmente ruim, o primeiro da atual seca de vitórias da equipe, Dennis optou por voltar ao cargo.
 
O teto orçamentário é um desejo claro do Liberty Media. Ao longo de 2017, os novos donos da F1 mostraram maior interesse no conceito, buscando maior competitividade entre equipes. A ideia, todavia, não foi bem recebida por gigantes como Ferrari e Mercedes. Os italianos, aliás, já ameaçar deixar a F1.

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube