Ferrari tenta convencer Brawn a assumir cargo de consultor em novo plano de ação para voltar a vencer na F1

A Ferrari não jogou a toalha em 2016 e agora tenta convencer Ross Brawn a se juntar ao time, como forma de promover mudanças e voltar a vencer na F1. Inicialmente, o vitorioso engenheiro rejeitou a oferta, mas, segundo o site americano ‘Motorsport.com’, a equipe vermelha já conduz novos esforços afim de persuadir o engenheiro a acertar o cargo de consultor

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Em meio a uma série de reuniões da cúpula da Ferrari por conta do desempenho aquém do esperado nesta primeira fase de 2016 na F1, o nome de Ross Brawn emergiu em Maranello em uma tentativa de reação e construção de um novo plano para tentar dominar o Mundial. O engenheiro inglês está distante da F1 desde que deixou o posto de comando na Mercedes no fim de 2013. 

 
Na semana passada, o presidente Sergio Marchionne e o chefe da escuderia Maurizio Arrivabene se encontraram para avaliar as mudanças que serão necessárias para que o time italiano retome o desenvolvimento, reaja e volte a se impor no campeonato. Entende-se que Marchionne conversou diretamente com os engenheiros para ter uma ideia melhor do potencial dos carros ferraristas a longo prazo, além de compreender o que está sendo feito no momento para melhorar o desempenho da esquadra vermelha.
 
Apontada como grande rival da Mercedes na pré-temporada, a Ferrari não conseguiu se colocar nesta posição e teve um início de ano tumultuado, marcado por acidentes com Sebastian Vettel e problemas de confiabilidade, especialmente relacionados à unidade de potência. Como se não bastasse, a equipe ainda viu a Red Bull crescer na parte intermediária do campeonato e vencer. Com isso, a diferença entre as duas adversárias é de apenas um ponto na tabela, enquanto os alemães seguem no comando do Mundial.
Ross Brawn deixou a F1 no fim de 2013, depois de ter conduzido a Mercedes de volta ao Mundial (Foto: Getty Images)

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De acordo com o site americano 'Motorsport.com', a ideia inicial é a de recrutar Brawn — que viveu os anos mais vitoriosos da Ferrari ao lado de Michael Schumacher nos anos 2000 — para um cargo de consultor, como forma de agilizar as melhorias dentro das orientações do britânico, mas sem uma posição em tempo integral. Entende-se, entretanto, que a primeira abordagem feita pela esquadra foi rejeitada por Ross, que vem deliberadamente se mantendo afastado da F1.

 
Ainda segundo a publicação, Brawn não tem vontade de viajar para 21 corridas e nem assumir um tipo de compromisso necessário para tornar um projeto vitorioso na F1. Mesmo assim, a Ferrari deseja contar com a experiência do inglês em um posto de assessor de Marchionne e Arrivabene em questões técnicas, especialmente. Não ficou claro, no entanto, como tal posição se encaixaria no trabalho do atual diretor-técnico James Allison. Mas um novo esforço está sendo feito agora pela equipe italiana para convencer Brawn a aceitar o trabalho. 
 
Aos 61 anos de idade, o engenheiro esteve na F1 desde o final dos anos 1970 até 2013 tirando apenas um ano longe, em 2007, quando deixou a Ferrari. Somente entre 1994, quando o carro que projetou levou a Benetton a seu primeiro título, e 2009, quando era chefe da sua própria equipe, venceu 16 mundiais entre Construtores e Pilotos.
 
Em entrevista recente dada para a rede de TV inglesa Sky Sports, o britânico admitiu que sua aposentadoria pode sofrer uma aposentadoria, mas por enquanto não há chances de que isso aconteça. Nunca diga nunca para esse tipo de coisa, mas eu estou bem feliz com o que estou fazendo e não apareceu nada que me deixasse motivado ou interessado", afirmou.
 
"Minha natureza de trabalho quando eu estava envolvido com a F1 era de 24 horas por dia, sete dias por semana. Não sei se quero mais um trabalho 24/7", emendou.
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