Russell atribui resultado “nada interessante” a ritmo de Ricciardo e Alonso em Mônaco

George Russell largou em 15º e cruzou a linha de chegada no GP de Mônaco apenas uma posição à frente. O jovem britânico entende que a falta de ritmo de Daniel Ricciardo e Fernando Alonso, que estavam logo à sua frente, o impediu de avançar mais na corrida

Verstappen assume liderança da F1 após vitória: assista aos melhores momentos do GP de Mônaco (GRANDE PRÊMIO com Reuters)

O GP de Mônaco de 2021 não vai ser lembrado com grande carinho por George Russell. Longe disso. Tanto o prodígio britânico como seu companheiro de Williams, Nicholas Latifi, pouco puderam fazer no último domingo no Principado. Russell largou em 15º e terminou em 14º, enquanto o canadense finalizou a prova logo atrás depois de terem superado apenas um carro, a AlphaTauri de Yuki Tsunoda, que fez seu pit-stop na volta 64. Mas no entendimento de George, a corrida poderia ter sido um pouco mais animada se não fosse pela falta de ritmo de dois fortes concorrentes à sua frente: Daniel Ricciardo e Fernando Alonso.

Logo nos primeiros metros da corrida, Alonso deixou para trás Russell, Tusnoda e Latifi e subiu para 14º, ficando imediatamente atrás da McLaren de Ricciardo. Todos ganharam uma posição quando Valtteri Bottas sofreu com problemas no pit-stop e teve de abandonar. Só que ninguém foi além disso na sequência da corrida. Daniel terminou a prova em 12º, logo à frente de Alonso e Russell.

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George Russell não teve muito o que fazer no último domingo em Mônaco (Foto: Williams)

George entende que poderia ter avançado um pouco mais na corrida se não tivesse encaixotado e sem conseguir passar Ricciardo e Alonso, dois pilotos com carros superiores em relação à Williams do britânico.

“Foi muito difícil, para ser sincero. Quer dizer, terminamos onde nós esperávamos, então não foi nada muito interessante. O primeiro stint foi muito difícil para nós, ficamos atrás do Ricciardo e do Alonso, e eles estavam sofrendo muito para ganhar ritmo, fosse qual fosse o motivo”, explicou o dono do carro #63.

Russell, que largou com pneus médios, fez seu pit-stop na volta 31, voltou à pista com pneus duros, mas pouco conseguiu fazer nas voltas seguintes da corrida.

“Como consequência, destruí muito os pneus, o que me fez parar mais cedo e aí voltei no tráfego, o que foi uma espécie de efeito colateral. Demos sinais de um ritmo forte quando saímos dos boxes com pneus duros, mas assim que levamos as bandeiras azuis, perdemos a temperatura dos pneus. Não pudemos fazer mais”, lamentou.

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