GP às 10: O que está por trás do lobby de Chase Carey e da F1 no autódromo do Rio

No GP às 10, Victor Martins comenta sobre o que considera ser uma vergonhosa interferência do dirigente máximo da Fórmula 1 em um assunto que não lhe diz respeito

Uma notícia publicada em primeira mão por Américo Teixeira Jr., do Diário Motorsport, parceiro do GRANDE PRÊMIO, neste fim de semana revelou o grau de interferência de Chase Carey, ainda dirigente máximo da Fórmula 1, para que seja construído o Autódromo de Deodoro pelo consórcio Rio Motorpark e a volta do GP do Brasil de Fórmula 1 à capital fluminense.

Em 14 de setembro Chase Carey escreveu uma carta endereçada ao governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, alertando para que libere as licenças ambientais necessárias para o avanço da obra de construção de um autódromo na região do Camboatá. Trata-se, na prática, de um lobby exercido pelo CEO da F1 em um assunto político e ambiental de um país que não é o seu nem o da categoria.

Victor Martins, no GP às 10, analisa o que considera ser uma vergonhosa interferência do dirigente, que está de saída do comando da Fórmula 1 ao fim de 2020.

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Os maiores pilotos da Fórmula 1 por aproveitamento

Lewis Hamilton é o maior piloto da história da Fórmula 1? Ou é Michael Schumacher? Ah, já sei, é o Ayrton Senna? Ok, nessas horas sempre vem aquele que diz que “vocês dizem isso porque nunca viram Juan Manuel Fangio ou Jim Clark correrem”. A verdade é que tudo isso é relativo. Por isso, que tal olhar para os números da F1 de uma forma diferente, pelo aproveitamento?

Claro que nem assim os números, sempre frios, entregam toda a verdade. Há a percepção humana, o envolvimento do público, o que cada um fez além das pistas e, obviamente, as diferenças entre carros e campeonatos das mais diversas épocas. Olhar porcentagens em vez de números absolutos pode, claro, atenuar distorções causadas por épocas em que se corrida muito menos que hoje – mas eleva, também, pilotos que por algum motivo correram muito pouco, entre outas questões.

Michael Schumacher é um exemplo clássico: o alemão, após se aposentar, retornou para a F1 e fez mais três temporadas pela Mercedes. Sem vitórias e com um único pódio, tal período fez com que o aproveitamento do heptacampeão caísse, ainda que sem afetar seus números absolutos.

Além disso, campões que morreram jovens podem ter sido privados de conquistar mais vitórias e títulos, mas também não passaram pelo mesmo período de fim de carreira de campeões como Schumacher, Kimi Räikkönen e Fernando Alonso, apenas para citar três recentes.

Dito isso, vamos aos aproveitamentos da Fórmula 1 neste top 10 especial, em números contabilizados até o último GP de Eifel de 2020.

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