Grave acidente de Alonso no GP da Austrália gera prejuízo de R$ 1,2 milhão para McLaren, afirma jornal

Com muitas peças irrecuperáveis, Fernando Alonso vai, obviamente, usar um novo chassi para a disputa do GP do Bahrein, na semana que vem. Incrivelmente, o motor Honda que empurrava o carro do bicampeão do mundo em Melbourne e a caixa de câmbio não foram afetados e vão ser revisados em Woking para entrarem em uso no decorrer da temporada


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A conta do grave acidente sofrido por Fernando Alonso no GP da Austrália, no último domingo (20), vai ficar salgada para a McLaren. Apesar do óbvio alívio por ver que seu piloto não se lesionou após o choque no carro de Esteban Gutiérrez e a batida brutal no muro na saída da curva 3 do circuito de Albert Park, a escuderia de Woking perdeu ao menos € 300 mil, ou R$ 1,22 milhão por conta de uma série de peças de fibra de carbono, material elétrico, cabos e outros componentes que vão direto para o lixo. É o que informa o diário espanhol ‘Marca’.

 
Algumas peças, por muita sorte ou talvez milagre, vão poder ser reaproveitadas. É o caso, por exemplo, do motor Honda e da caixa de câmbio, que sofreram pequenas avarias, mas que vão ser revisadas em Woking para voltarem a ser utilizadas ao longo da temporada. A mesma forma, a célula de sobrevivência permaneceu intacta, de modo que vão ser necessários reparos nos encaixes da suspensão. Contudo, não houve nenhum dano estrutural ao chassi em si.

Quanto ao motor, é sempre uma preocupação perder logo um propulsor no começo da temporada, visto que cada piloto terá de usar apenas cinco motores ao longo do ano, já que o limite foi ampliado em razão do aumento de corridas no calendário em relação ao ano passado, de 19 para 21. Desta forma, a expectativa é que este motor seja novamente usado por Alonso durante o campeonato.

O carro de Fernando Alonso ficou destruído. E a McLaren ficou com um prejuízo milionário (Foto: Getty Images)
Mas ao menos no Bahrein — Alonso é presença confirmada —, a McLaren vai levar um conjunto completamente novo, incluindo aí motor e câmbio, para o #14, visto que muitas peças do seu carro usado em Melbourne ficaram definitivamente danificadas. 
 
No fim das contas, o prejuízo, por mais elevado que seja, acabou sendo apenas material. Alonso se mostra bem e cada vez mais inteiro, buscando assim mais uns dias de descanso antes de embarcar para o Oriente Médio e entrar no seu McLaren para buscar seus primeiros pontos na temporada 2016.
 
“Sim, estou inteiro e quase recuperado. Sinto um pouco de dor quando me encolhi no carro durante as capotagens. Não dói nada, tenho o corpo como se estivesse entrado numa lavadora gigante e me fizesse dar voltas e voltas, mas não tenho nenhuma marca e nem nada inchado ou nenhum grande hematoma. Dentro de dois ou três dias vou estar numa bicicleta ou fazendo alguma outra atividade”, declarou o bicampeão do mundo durante entrevista concedida à rádio espanhola ‘Cope’.
 
Alonso não se furtou a descrever os momentos de drama que viveu em Melbourne naquela volta 19. “Estive consciente o tempo todo. Quando toquei no carro de Esteban, já vi que havia uma roda solta pelos ares e que estava sem controle. Acerto contra o muro da esquerda, vejo o muro de  trás, vejo que está longe, mas que estou chegando com muita velocidade porque o impacto com Esteban foi de mais ou menos 312 km/h e digo: ‘Vai ser uma bela pancada e vou ver se não vou me machucar’.”
 
“É a primeira coisa que penso quando bati contra o muro, e logo o carro capota porque ele fica na brita. Vejo o céu, a brita, logo vejo o céu de novo porque você está capotando e batendo contra tudo o que tem no carro, o habitáculo. E apenas quando o carro para e você sequer sabe bem onde está no circuito, vi um espaço para sair porque estava de cabeça para baixo e disse: ‘Vou sair agora’. Então você não sabe muito bem onde está e nem se o carro estava parado. Ali, saí rápido”, continuou.
 
“Quando vi que o carro estava parando, tentei sair, e vi que havia óleo e gasolina porque os tubos haviam se rompido, havia muito líquido e me disse para sair logo dali. Você não sabe se o carro vai continuar rodando e se havia algum tipo de incêndio, por isso saí o quanto antes. Vi que estava tudo bem, que não tinha acontecido nada, só um pouco dolorido. Fiquei agradecido porque não aconteceu nada e que Esteban estava bem. Ele ficou com a melhor parte, mas é sempre importante saber que os dois pilotos estão bem”, acrescentou, Fernando, aliviado.
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