Hamilton descarta ideia de segurar pelotão em Abu Dhabi para prejudicar Rosberg: “Não seria fácil nem inteligente”

Lewis Hamilton descartou a chance de adotar uma estratégia arriscada em Abu Dhabi, palco da decisão do campeonato neste fim de semana. O inglês afirmou que, se tiver na liderança da corrida, vai tentar se afastar o quanto conseguir do rival. O inglês também se disse orgulhoso de sua temporada e feliz com o atual relacionamento com Nico Rosberg

 

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Lewis Hamilton afastou qualquer possibilidade de adotar uma estratégia mais arriscada para a decisão do campeonato, neste fim de semana, em Abu Dhabi. Sentado ao lado do rival Nico Rosberg na coletiva de imprensa desta quinta-feira (24), o tricampeão deixou claro que, se estiver na liderança da corrida no próximo domingo, vai apenas brigar para ficar "o mais longe possível" de seu maior adversário.

 
A verdade é que Hamilton não depende só de si para ficar com o título de 2016. 12 pontos atrás do líder Rosberg, o inglês precisa vencer a prova em Marina de Yas e torcer para o alemão fique fora do pódio. Diante deste cenário, a Red Bull, por meio de seu chefe Christian Horner, sugeriu que pode ajudar o britânico, afirmando que seria inteligente da parte de Lewis reduzir o ritmo se estiver na frente e permitir que os carros austríacos entrem na luta.
 
O piloto da Mercedes, entretanto, deu a entender que essa não será sua tática na pista árabe. "Nico esteve na pole aqui nos últimos dois anos e segue sendo muito rápido. Este foi também é um circuito relativamente bom para mim, mas não consegui ganhar no ano passado, então o meu objetivo agora é ganhar aqui", explicou aos jornalistas.
Lewis Hamilton descartou adotar uma estra (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

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"Em termos de tática de corrida, temos de ver o que vai acontecer no domingo, mas isso nunca passou pela minha cabeça. Se eu estiver na frente, o que vou fazer é tentar ficar o mais longe possível. Quando você está a 18 ou 30 segundos à frente, isso é tão doloroso quanto deixar claro ao cara que você está lutando. Se você olhar a corrida no Brasil sem bandeira vermelha, eu estaria 30 segundos na frente. E isso é uma conquista maior do que ficar tentando bloquear o seu companheiro de equipe. Não seria fácil nem inteligente"

 
Hamilton também falou sobre a temporada até aqui e admitiu que não viveu o melhor dos anos na F1, mas reiterou que está orgulhoso do que conseguiu. "Houve momentos neste ano quando eu estive longe e tudo parecia impossível. Mas posso dizer que fiquei feliz com a maneiro como recuperei terreno. É importante lembrar que as corridas ruins também em ajudaram a aproveitar mais as vitórias, que foram muitas neste ano", completou o postulante ao título.
 
Por fim, Lewis ressaltou que o relacionamento com Rosberg é bom e que também se orgulha das conquistas do companheiro de Mercedes. "Nós tínhamos um grande relacionamento quando éramos crianças. A vida era bem diferente naquele tempo, mas passamos por muita coisa juntos. Tivemos altos e baixos, mas conseguimos administrar tudo isso. Estou orgulhoso e feliz por ele e sua família", encerrou.

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