Mais sprints e inversão de grid: um mal necessário na Fórmula 1?
Desde que o Liberty Media assumiu o comando da Fórmula 1, a categoria tem investido em novas ideias na tentativa de atrair um público mais jovem. Mas será que as mudanças fazem sentido?
Em uma entrevista recente ao site inglês The Race, Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, falou sobre os planos da categoria para ampliar o número de corridas sprint nos próximos anos. No calendário atual, composto por 24 etapas, vale lembrar que seis finais de semana contam com as provas curtas aos sábados, mas o desejo de aumentar esse montante não é novidade, já que o assunto vem sendo debatido há algum tempo.
A grande surpresa mesmo ficou por conta do fato de o dirigente afirmar que está estudando a possibilidade de a principal categoria de monopostos adotar a inversão de grid, tão comum na Fórmula 3 e na Fórmula 2. O objetivo é deixar a ação na pista mais emocionante para agradar ainda mais o público recém-chegado ao esporte, que aumentou consideravelmente ao longo dos últimos anos.
Mas será que a F1 está seguindo pelo caminho certo? O Mundial realmente precisa deixar o formato tradicional do fim de semana para trás se quiser continuar alcançando cada vez mais novos apoiadores? Vicente Soella analisa um pouco o assunto no vídeo desta quarta-feira (13).
Assista!
ANÁLISES:
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Depois do GP da Hungria, a Fórmula 1 volta às pistas apenas após o recesso de verão, entre os dias 29 e 31 de agosto, para o GP dos Países Baixos, em Zandvoort.
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