Massa deixa aposentadoria de lado e diz que pode até seguir na F1 por mais tempo, mas só se encontrar “oportunidade certa”

Felipe Massa não descartou a chance de uma permanência mais longa na F1, mas se mostrou cauteloso e disse que pode ficar mais tempo se encontrar “oportunidades certas”. O brasileiro voltou à Williams, depois que a Mercedes contratou Valtteri Bottas para o lugar de Nico Rosberg

 

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Felipe Massa viveu a aposentadoria mais curta já vista na F1. Depois de anunciar que havia decidido deixar o esporte – em setembro de 2016 -, o brasileiro teve a oportunidade de voltar, quando a Williams se viu sem um piloto experiente para a nova temporada, diante do interesse da Mercedes em Valtteri Bottas como substituto de Nico Rosberg. 

 
No fim do ano passado, o campeão Rosberg optou por encerrar a carreira precocemente e abriu uma das mais cobiçadas vagas do grid. A lista de pretendentes foi grande, mas quem levou a melhor foi Bottas. Para o lugar do finlandês, a Williams chamou Massa – a decisão aconteceu em dezembro, apenas alguns meses depois de dizer que iria se aposentar. 
 
Uma vez acordado o retorno, Felipe iniciou imediatamente uma dura preparação para o campeonato que começou na semana passada, na Austrália, onde o piloto de 35 anos obteve a sexta colocação. Feliz com a nova chance, o veterano espera apenas “ser importante” para o time inglês novamente.
Felipe Massa (Foto: AFP)

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E agora, falando sobre o futuro, Massa não descartou a chance de seguir no Mundial após 2017, mas só se tiver as "oportunidades certas" nas mãos. "Eu decidi voltar à F1, mas não tenho ideia do que vai acontecer, se vou ficar mais tempo ou não", afirmou o único representante do Brasil no Mundial em declaração ao site norte-americano ‘Motorsport.com’.

 
"A verdade é que tenho a mesma mentalidade que tive no último ano. Se eu puder ficar, se estiver me sentindo em forma e competitivo, fazendo um bom trabalho e tiver nas mãos uma boa oportunidade, então talvez eu permaneça na F1”, completou.
 
Massa está em sua 15ª temporada na F1 e tem como melhor resultado o vice de 2008. O brasileiro estreou na Sauber em 2002, depois defendeu a Ferrari por oito campeonatos e está na Williams desde 2014.
 
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