Na chance de ouro, Hartley escolhe número ‘maldito’ para estreia na F1 com Toro Rosso no GP dos EUA

Estreante na F1 neste fim de semana, Brendon Hartley anunciou o número com que vai correr nos EUA. A bordo da Toro Rosso, o neozelandês escolheu o #39, identificação que não é usada no Mundial há mais de 40 anos

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Brendon Hartley ganhou uma chance de ouro e que pode até mudar a sua carreira no esporte a motor. Escolhido pela Toro Rosso para substituir Pierre Gasly no GP dos EUA, o neozelandês vai fazer a tão sonhada estreia na F1 e, além do inesperado convite, o piloto também surpreendeu na opção pelo número que vai ostentar no STR12. O campeão do Mundial de Endurance vai correr com o #39, marcação que não se usa na maior das categorias há mais de 40 anos.

 
Desde 2014, os pilotos do grid podem escolher sua própria numeração. A única exceção se dá para os campeões. O dono do título pode adotar o tradicional #1 se assim quiser. Porém, desde a mudança na regra, Lewis Hamilton – bicampeão nesse período – preferiu continuar usando o #44. Já Nico Rosberg, campeão no ano passado, decidiu deixar a F1.
Brendon Hartley estreia na F1 neste fim de semana (Foto: Red Bull Content Pool)

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Agora, o #39 escolhido por Hartley não carrega uma história de muito sucesso. A última vez que alguém usou o número em corrida foi Boy Hayje, no GP da Holanda, mas o piloto acabou a abandonando a prova por uma falha de caixa de câmbio.

 
De lá para cá, vários outros pilotos também escolheram o #39, mas ninguém foi muito longe com esse número. Em 1977, a identificação passou por Mikko Kozarowitsky, Ian Ashley e Héctor Rebaque, mas nenhum deles conseguiu passar da classificação.
 
Depois disso, os números passaram a obedecer a ordem do Mundial de Construtores, então o #39 acabou esquecido. 
’EXTRAORDINÁRIO’

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