Na Inglaterra, Mallya cita casos de assassinato e tortura em prisão indiana e tenta evitar extradição para país-natal

Vijay Mallya, que deve cerca de R$ 4 bilhões e é procurado pela polícia indiana, não vê a extradição como uma alternativa segura. Hoje impedido de deixar a Inglaterra, o dono da Force India alega que as prisões indianas contam com um cotidiano de torturas e tentativas de assassinato

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O dono da Force India Vijay Mallya, acusado de dever aproximadamente R$ 4 bilhões e procurado pela polícia indiana, trabalha nos bastidores para evitar a extradição. Hoje impedido de deixar a Inglaterra, onde já foi detido em duas oportunidades, Mallya alegou que não pode ir às cadeias do país-natal em segurança. Isso porque, de acordo com relatos do próprio empresário, torturas e tentativas de assassinato fazem parte do cotidiano das prisões locais.
 
A alegação de Mallya foi feita durante testemunho na Corte de Westminster, na cidade de Londres. O empresário citou especificamente a morte de Manjula Shetye, presa por assassinar a cunhada em 1996, um caso bastante conhecido na Índia. Shetye se desentendeu com funcionários da prisão e foi espancada até a morte.
Vijay Mallya (Foto: Force India)

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O esforço de Mallya para não ser levado à justiça indiana não é novidade. Quando soube que corria o risco de ser preso por conta das dívidas bilionárias, o dirigente deixou a Índia para morar na Inglaterra. Em Londres, foi detido duas vezes pela polícia, mas passou poucos dias no cárcere antes de ser liberado. Hoje os dois países trabalham juntos e tentam definir o que será do futuro de Vijay.
 
Mallya fundou a Force India no fim de 2007, quando comprou o espólio da finada Spyker. Competindo ininterruptamente na F1 desde 2008, a equipe passou por grande evolução, sendo considerada uma potência do pelotão intermediário. Em 2017, Sergio Pérez e Esteban Ocon levaram a escuderia ao quarto lugar no Mundial de Construtores.
 
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