F1

'Novo Stroll', pai bilionário de Mazepin desponta como futuro investidor para Williams em crise, revela jornalista

Dmitry Mazepin, pai de Nikita, realizou uma reunião com a Williams durante o GP da China com interesse em tomar controle do time. Dmitry tentou comprar a Force India em 2018, mas perdeu para Lawrence Stroll. A informação foi publicada pelo site 'Motorsport Italia'

Grande Prêmio / Redação GP, de Campinas
A Williams pode ter um novo dono em breve. O empresário russo Dmitry Mazepin realizou reuniões com o time de Grove no final de semana do GP da China. Acionista principal e presidente da empresa de fertilizantes Uralchem, Dmitry é pai de Nikita, jovem piloto que compete na Fórmula 2 pela equipe ART. A informação é do jornalista Roberto Chinchero, do site 'Motorsport Itália'.

O principal assunto da reunião foi a possibilidade de Mazepin conseguir o controle da tradicional equipe, que ocupa a última colocação da temporada 2019. Não é a primeira vez que o empresário tenta adquirir um time na Fórmula 1, já que também foi um dos candidatos a compradores da Force India, em 2018, mas acabou desbancado por Lawrence Stroll, que transformou a escuderia na atual Racing Point. Na época, Mazepin criticou a negociação, argumentando que fez uma proposta maior pela equipe e que não foi considerada.
George Russell é um dos pilotos da Williams em 2019 (Foto: Williams)
No grid da Fórmula 1 desde 1977, a Williams vive o pior momento de sua história. A equipe foi a última colocada no Mundial de Construtores em 2018 e terminou todas as corridas de 2019 com os pilotos Robert Kubica e George Russell nas últimas posições dentre os que completaram. O time de Grove, porém, tem uma bela história, foi nove vezes campeão mundial de Construtores e triunfou sete vezes no mundial de Pilotos.

Chefe de equipe, Claire Williams nunca demonstrou interesse em ceder parte da propriedade do time e inclusive se negou a deixar a Williams virar a 'Mercedes B', o que seguiria a linha da Alfa Romeo com a Ferrari e, claro, da Toro Rosso com a Red Bull. A crise interna forçou o afastamento do diretor-técnico Paddy Lowe, antes da primeira corrida da temporada.

Com 19 anos, Nikita Mazepin tem 21 dos 40 pontos necessários para conseguir correr na Fórmula 1. O plano do russo é chegar na categoria em 2020, e é necessário que fique entre os cinco primeiros na classificação final da Fórmula 2, ou o desejo pode ser adiado em mais 12 meses.

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