Pego de surpresa, Giovinazzi achou que aviso de que correria na Austrália era pegadinha de Ferrari e agente

Antonio Giovinazzi não tinha a menor chance de correr na F1 em 2017 quando o ano começou. Mas uma sucessão de azares de Pascal Wehrlein abriu espaço para o jovem italiano viver o sonho. Nem ele acreditou que era sério

 

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Em dezembro de 2016, perto do Natal, o grid da F1 para a temporada vindoura estava praticamente fechado. Antonio Giovinazzi, ainda recuperando a mente de um vice-campeonato dolorido na GP2, onde liderava até a etapa final, nem pensava em guiar no Mundial. A narrativa de sonhos do jovem piloto italiano, porém, desembocou neste sábado (25) em Melbourne. Dentro de algumas horas, descobriu que correria e logo participou de um treino de classificação. Aos 23 anos de idade, Giovinazzi viveu o sonho da forma mais 'sonhadora' possível.

 

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Sem chances de ser titular, Giovinazzi se aproveitou da saída de Jean-Éric Vergne da equipe de Maranello e se tornou reserva. O acordo com o time compatriota foi confirmado no almoço de Natal dado por Sergio Marchionne e cia. Um italiano ganhando pela Ferrari, não é segredo para ninguém, é o pote de ouro do fim do arco-íris em Maranello, mas o caminho de Giovinazzi ainda é muito grande antes de pensar nisso.

 
Só que a Ferrari cedeu seu jovem pupilo para a Sauber. Seriam alguns poucos testes enquanto Pascal Wehrlein se recuperava da lesão nas costas que sofreu na Corrida dos Campeões. Giovinazzi apareceu no começo da pré-temporada e foi a Melbourne por segurança. Wehrlein, liberado, foi à pista na sexta-feira. E descobriu que ainda não tinha condições de aguentar uma corrida inteira. Giovinazzi, então, recebeu o chamado. De quebra, vai se tornar o primeiro italiano a correr na F1 desde o final de 2011, quando Jarno Trulli esteve de Lotus Verde, que depois virou Caterham, no GP do Brasil – e quebrar o maior jejum de pilotos italianos no grid em todos os tempos.
 
"Eu recebi uma mensagem hoje de manhã da Ferrari e meu agente. Recebi ontem à noite, na verdade, mas já era muito tarde para mim – eu já estava dormindo. Então fiquei sabendo hoje de manhã quando acordei", contou em entrevista ao site da F1.
Antonio Giovinazzi (Foto: Sauber F1 Team)
Mas um aviso tão inesperado não é levado a sério de forma tão orgânica. Tanto que Giovinazzi, assim que leu o recado, achou que estava sendo vítima de uma pegadinha do agente e da Ferrari. Como assim, titular na abertura da temporada? Exatamente assim, sendo titular na abertura da temporada.
 
"A primeira coisa que pensei foi: alguém está fazendo uma pegadinha comigo", brincou. "E então caiu a ficha em mim de que era verdade. Voltei à pista imediatamente para falar com os engenheiros do meu time. Estar aqui é algo que eu mal posso acreditar. É um sonho de criança se tornando realidade de repente", explicou.
 
Sem jamais ter andado na pista do Albert Park, o italiano ficou um tanto nervoso. Mas passou rápido. Se classificou na 16ª posição, brigando até o final por um lugar no Q2. Seu melhor tempo foi míseros 0s047 pior que o do companheiro Marcus Ericsson, um veterano no quarto ano de F1.
 
"Claro que eu estava nervoso porque não conhecia a pista, então foi como um atalho que eu peguei de ir para o TL3 direto para a classificação. Acho que fui bem, fiquei só alguns décimos atrás do meu companheiro, então fico feliz de como tudo aconteceu", avaliou o sortudo.
 
"Amanhã vai ser um dia complicado. Todo mundo diz que a pista é peculiar e pode acontecer qualquer coisa, então minha meta é largar bem, não errar e terminar a corrida. Claro que marcar pontos seria estender o sonho – mas, como eu estou meio que vivendo o sonho agora, por que não?" 
 
Por que não? É exatamente a pergunta que permite os sonhos.
 

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