Promotor do GP da Malásia já considera retorno ao calendário, mas impõe condição: quer F1 mais competitiva

GP da Malásia chega à 19ª edição em 2017 e se despede do calendário em razão do baixo retorno econômico, falta de competitividade na pista e concorrência com a vizinha Singapura. Mas já considera voltar ao Mundial

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Depois de 19 anos, o GP da Malásia se despede do calendário do Mundial de F1 após encerrar acordo com a categoria um ano antes do previsto. No entanto, mesmo com o vínculo perto do fim, o promotor da corrida em Sepang já fala em voltar. No entanto, Dato' Razian Razali condicionou a volta do GP da Malásia ao Mundial à maior competitividade da F1.
 
"O circuito está lá. Queremos ver o quanto a F1 vai ser emocionante de novo. Os novos proprietários precisam recuperar o controle da F1 e das corridas. Bernie [Ecclestone] perdeu um pouco do controle com a FIA", afirmou o promotor da prova e diretor-executivo do Circuito Internacional de Sepang em entrevista à revista britânica 'Autosport'.
 
Além da competitividade, o mandatário aponta o baixo retorno econômico como motivo para encerrar a participação da Malásia no Mundial, uma vez que, sem muitas disputas, a corrida tornou-se pouco atraente para o público.
O GP da Malásia ainda nem se despediu, mas já cogita voltar ao calendário do Mundial de F1(Foto: Williams)

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"A mudança drástica de regulamento para 2014, com os novos motores V6, foi o início da espiral descendente da F1. A corrida tornou-se menos emocionante, e isso teve um impacto no interesse, tanto em termos de telespectadores quanto naqueles que vão para a pista. Eles precisam trazer a emoção de volta, precisam resolver isso. Vamos ver as soluções da nova gestão", comentou.
 
De fato, os números provam este desinteresse. Sepang tem um dos ingressos mais baratos do calendário e mesmo assim não consegue lotar o autódromo. Na corrida do último ano, 45 mil pessoas estiveram presentes, mas a capacidade do local chega aos 120 mil.
 
Razili também aponta a chegada de Singapura ao calendário ao fato de o interesse comercial da prova ter sido deixado um pouco de lado.
 

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"Ter duas corridas da F1 no sudeste asiático está matando o esporte. Seria muito melhor se pudéssemos alternar. Eu acredito que Singapura nos ofereceu uma alternativa antes de se juntarem ao calendário. Foi antes que eu fizesse esse trabalho e aparentemente, nos recusamos. Eu consideraria isso se fosse uma opção novamente? Sim", admitiu.
 
Mesmo deixando o calendário de competições da F1, o executivo acredita que Sepang pode ser atraente como palco de sessão de testes, como acontece há tempos na MotoGP.
 
"Estou considerando a ideia de receber testes. Mas não tenho certeza se os fãs vão querer assistir aos carros apenas testando. Também teria problemas de custos. A MotoGP nos paga para testar no local, por isso sempre deixamos o acesso de graça para os fãs. Não tenho certeza se isso seria viável com a F1", completou.
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