Red Bull acompanha McLaren e critica ida de dirigente da FIA para Ferrari que “sabe de informações privilegiadas”

Como já havia feito Éric Boullier, Christian Horner foi mais um chefe de equipe que se posicionou totalmente contra a ida de Laurent Mekies diretamente da chefia de segurança da FIA para a Ferrari

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A saída de Laurent Mekies da chefia de segurança da FIA para a Ferrari continua gerando bastante polêmica. Após Éric Boullier deixar claro o descontentamento por parte da McLaren, Christian Horner, da Red Bull, também resolveu se posicionar, reclamando muito da movimentação do dirigente.
 
Horner foi mais um a citar o período de 12 meses entre um emprego e outro como parte de um acordo que não está sendo cumprido e sugeriu até uma espécie de multa para o time que terá um funcionário com informações privilegiadas.
 
"Estava bem claro que alguém que saísse de FIA/FOM para as equipes e vice-versa teria de ficar 12 meses afastado. Eu até cheguei a propor que uma transação dessas deveria ser acompanhada com $ 1 milhão para a Fundação de Segurança da FIA para as ruas. É muito frustrante que seis meses depois da reunião esteja acontecendo isso, com alguém que tem muita experiência e conhecimento. Em novembro, dezembro estávamos discutindo partes técnicas e de segurança, o grande valor que ele tem é esse conhecimento e isso piora quando lembramos que ele tem informações privilegiadas por tudo o que discutimos", afirmou o chefe da Red Bull ao site norte-americano 'Motorsport.com'.
Christian Horner se posicionou contra a ida de Mekies para a Ferrari (Foto: Red Bull Content Pool)

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Além da diretoria de segurança, Mekies era também o vice-diretor de corridas da FIA e tido como o futuro substituto de Charlie Whiting. No entanto, com o contrato a vencer em junho, Mekies resolveu aceitar a proposta da Ferrari. Nos próximos três meses, até deixar a FIA, ele segue sendo diretor de segurança, mas larga imediatamente qualquer conexão esportiva com a F1.
 
Não será a primeira vez de Mekies numa das escuderias da F1: ele passou por Arrows, Minardi e Toro Rosso, esta última como engenheiro-chefe, entre 2001 e 2013. 
 
É a segunda vez nos últimos meses que a FIA perde um nome diretivo para a F1 e que isso se torna polêmica: Marcin Budkowski foi o último, deixando a diretoria técnica da organização após ser convidado pela Renault para se tornar diretor-executivo.

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