Red Bull admite que respeitar em teto orçamentário da F1 é “grande desafio”

Christian Horner, chefe da Red Bull, deixou claro que a busca por eficiência foi a chave no trabalho de se adequar ao novo teto orçamentário

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O período atual oferece um dos maiores desafios coletivos que a Fórmula 1 impôs em muito tempo: a entrada do teto orçamentário para todas as equipes. O acordo inicial era contar com o teto de US$ 175 milhões – R$ 967 milhões na conversão do dia -, mas a pandemia do novo coronavírus fez com que todos concordassem a diminuir para US$ 145 milhões – R$ 801 milhões. A Red Bull admite que chegar neste patamar neste ano foi um desafio grande.

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O motivo é simples. Em 2019, por exemplo, a organização dos energéticos gastou pouco mais de US$ 300 milhões brutos. Para as maiores equipes da Fórmula 1, o desafio foi esse: diminuir bastante o patamar de gastos.

“É um desafio significativo, mas acredito que toda a organização respondeu incrivelmente bem. O trabalho tem sido alcançar eficiência, algo em que a F1 não foi particularmente ótima em anos passados. Creio que o desafio é grande, está em andamento, mas foi encarado”, disse o chefe Christian Horner.

“Obviamente tratamos eficiência em termos da nossa capacidade interna, não de componentes comprados, e creio que vimos reduções significativas, mas é um desafio e vai continuar sendo. Como algo educativo para a F1, definitivamente tem um impacto sério nos custos”, seguiu.

Novo momento para a McLaren com o teto orçamentário (Foto: McLaren)

Já na McLaren, que atualmente não tem o poder de investimento de Red Bull, Mercedes ou Ferrari, a necessidade de cortes foi menor, mas existiu. Para os ingleses é a chance de voltar a competir com os primos ricos.

“Não é segredo que gostamos do teto orçamentário, porque garante até para nós mesmos, uma equipe do tamanho da McLaren, que podemos seguir na F1 no futuro de maneira competitiva e sustentável. Nosso pessoal trabalhou muito duro nos últimos 12 meses para nos preparar para a instalação do teto orçamentário, porque exige uma exigência de custos. O foco é claro: queremos proteger tantos empregos quanto forem possíveis, porque, no fim das contas, pessoas fazem a diferença neste esporte”, afirmou.

“Focamos em encontrar pontos onde podíamos poupar gastos e fazer as coisas de maneira mais eficiente. É um processo ainda sendo realizado, mas estou feliz com os passos que já demos. Sinto que estamos prontos, enquanto time, e otimistas para a entrada do teto, porque nivela os confrontos com essas fábricas que tanto gastam”, finalizou.

A temporada da Fórmula 1 começa no próximo fim de semana, com o GP do Bahrein. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO e EM TEMPO REAL.

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