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F1

Rival na F3, Ocon diz que ida de Verstappen à Toro Rosso em 2015 foi “difícil de engolir”

Em texto, Esteban Ocon contou sobre diversos fatos da carreira, incluindo a polêmica rivalidade com Max Verstappen. O francês revelou que não escondeu a tristeza ao saber que o holandês assinou com a Toro Rosso para 2015, enquanto o futuro estava completamente indefinido

Grande Prêmio / Redação GP, de Campinas
A rivalidade de Esteban Ocon com Max Verstappen é uma das mais populares da F1 atual e é especialmente marcada pelo episódio do GP do Brasil de 2018, quando o francês se acidentou com o holandês, que liderava a corrida e acabou amargando um segundo lugar. Após a prova, o piloto da Red Bull empurrou o então membro da Force India.
 
Em texto publicado no site da F1, Ocon contou sobre as dificuldades que passou no início da carreira e os primeiros confrontos com Verstappen na época do kart.
 
"Acho que corri contra Max Verstappen pela primeira vez em 2010. Foi um ano difícil com a transição para competições internacionais. O kartismo é difícil, estava sozinho com meu pai lutando contra os grandes times. Max e eu sempre batalhamos próximos na pista", declarou.
Esteban Ocon (Foto: Renault)
"Lembro de uma corrida na Itália que venci, mas eu ele estávamos muito à frente do resto. Foi uma rivalidade que começou ali e cresceu", seguiu
 
Esteban também admitiu decepção quando Verstappen, com apenas 17 anos de idade, assinou para correr na F1 pela Toro Rosso em 2015, mesmo terminando atrás de Ocon na classificação da F3 Euro. O francês, então no programa de pilotos da Lotus, se contentou com uma vaga na GP3, onde foi campeão.
 
"Eu venci o título da F3, mas um momento difícil para mim foi quando Max assinou um contrato para correr na Fórmula 1. Parabéns a ele, definitivamente, mas foi difícil de engolir quando vi a notícia. Ele foi terceiro no campeonato, eu ganhei e não estava em nenhum lugar. Fiz alguns testes na GP2, mas nada estava confirmado. O programa da Lotus tinha dificuldades na época e não ia a lugar nenhum. Foi desafiador", comentou o piloto.
 
"Mas usei isso como motivação. Sabia que tinha de trabalhar duro para me manter no topo se quisesse ir para a F1. Era o meu objetivo, não lutar necessariamente contra ele, mas correr com ele na F1”, concluiu.
 
A chance de Ocon na F1 veio em 2016, pela Manor. O destaque garantiu vaga na Force India em 2017 e 2018. Ele ficou de fora do grid em 2019, mas firmou com a Renault para o retorno em 2020.
 

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