Sainz vê bom ano na pilotagem e para Renault, mas fala em chances perdidas e “sentimento agridoce”

Carlos Sainz entende que teve uma temporada de boa pilotagem e bom carro da Renault, mas ficou com sentimentos mistos pela falta de maiores resultados

Carlos Sainz teve um ano de altos e baixos com a Renault, fechando na décima colocação, 16 pontos atrás do companheiro de equipe Nico Hülkenberg. No entanto, o espanhol entende que foi bem na pilotagem e que teve um bom carro. Só viveu algumas situações em que as coisas não aconteceram.
 
Sainz lembrou corridas como no México e na França e explicou que ficou com um sentimento agridoce ao final de 2018, já que os resultados, nem sempre, foram os melhores.
 
"É um longo processo entre você ter de fazer o que der para tirar o máximo do carro, do relacionamento que precisa ter com a equipe e também do que a equipe pode fazer para tudo acontecer bem. Acho que conseguimos fazer isso tudo, mas algumas corridas como México e França, em que estávamos liderando o pelotão intermediário, não conseguimos os pontos, isso tornou o ano agridoce", disse.
Carlos Sainz teve um ano de sentimentos agridoces (Foto: Renault)

Por outro lado, o espanhol afirmou que teve no GP do Japão sua melhor performance, justamente quando foi apenas décimo. Isso porque o carro da Renault não estava nada bem.

 
"Provavelmente, meu melhor final de semana foi em Suzuka. Consegui pontuar, senti que foi um final de semana em que consegui tirar tudo do carro, passei uns quatro ou cinco. Foi um final de semana bem duro para a equipe, mas consegui pontuar mesmo assim", explicou.
 
Para Sainz, além da combinação óbvia de bom desempenho do carro e do piloto, a sorte acaba sendo um fator na briga por melhores posições.
 
"Por isso que eu digo que você precisa ser sortudo para conseguir muitos pontos. Quando você consegue ter uma performance no mais alto nível, ainda precisa que seu carro seja o melhor do resto. Algumas vezes eu entendi que cheguei ao meu nível mais alto, mas o carro não acompanhou e algumas vezes as duas coisas estavam em alto nível e eu abandonei. Existe um equilíbrio e um pouco de sorte na conta para ter sucesso", completou.

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