Sem Baku no simulador da Renault, Palmer usa videogame para aprender novo traçado do GP da Europa

A Renault não conseguiu reproduzir o traçado de Baku em seu simulador, dificultando a vida de seus pilotos. Para Jolyon Palmer a solução foi usar o game F1 2016 e tentar conseguir alguma noção sobre o traçado azeri

A Renault parte para o Azerbaijão no escuro. A equipe, sem dados sobre o novo circuito de Baku, não foi capaz de reproduzir o traçado no simulador. Os pilotos, sentindo a necessidade de conhecer melhor o traçado, se viram como podem: para Jolyon Palmer, a solução foi dar umas voltas no videogame oficial da F1.
 
Apesar do F1 2016 – ainda nem lançado oficialmente, apenas distribuído para um grupo seleto de pessoas – não ser capaz de simular o real desempenho de um carro, Palmer acredita que deu para aprender algumas coisas sobre Baku.
 
“É uma pista nova, não temos no simulador. Então dei algumas voltas no jogo de F1. Sim, consegui dar uma olhada com antecedência. Meus engenheiros fizeram o dever de casa, mas a primeira real impressão vai ser o track-walk. Vai ser o mesmo para todos”, explicou Palmer.
Jolyon Palmer na discreta Renault (Foto: Getty Images)
Testando o videogame, Palmer tem a mesma impressão dos demais pilotos: é um circuito apertado e que não vai perdoar erros.
 
“Acho que é uma pista legal. Tem uns trechos de alta velocidade e a ultrapassagem é uma possibilidade. Aquele setor louco parece difícil, é muito ondulado e apertado. Qualquer erro em um circuito de rua tende a te jogar contra o muro, é preciso estar alerta”, seguiu.
 
Palmer, que até aqui faz uma temporada fraca com a também decepcionante Renault, precisa de bons resultados com alguma urgência. O GP da Europa, marcado para o próximo domingo (19), pode ser a chance de apagar a sensação ruim do começo do ano.
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